Já
há previsão de estréia da série 'Titãs', live-action da DC sobre os Jovens
Titãs:
...12 de Outubro no serviço de streaming da DC nos EUA.
A notícia boa (e surpresa!) é que, com a ótima repercussão
nas redes sociais, a Warner Bros. Television anunciou que 'Titãs' já foi
renovada para sua segunda temporada antes mesmo de estrear!
A Netflix adquiriu os direitos de exibição internacional e
lançará a série no Brasil.
A equipe da DC surgiu pela primeira vez em 1964, como uma
equipe de jovens heróis, ainda com o nome de Turma Titã. São seus componentes: Asa Noturna, Estelar, Mutano, Ravena e a dupla
Columba e Rapina.
O programa é de autoria de Greg Berlanti, produtor de
'Arrow', 'The Flash', 'Supergirl' e 'Legends of Tomorrow'.
Lindsey Gort também
está no elenco. A série terá Akiva Goldsman ('Star Trek: Discovery') e Geoff
Johns na equipe de roteiristas dos 13 episódios.
Os
patrulheiros rodoviários Jon Baker (Dax Shepard) e Frank Poncherello (Michael
Peña) têm uma missão: capturar uma gangue de assaltantes de carros exóticos que
vem aterrorizando a Califórnia.
AVISO do C&M: As observações e notas do blog, não são, de
maneira nenhuma, o retrato ou consenso comum de opinião. É só uma simples e
humilde opinião do blog, na forma de um simplório bate-papo cinéfilo.
< ALERTA DE SPOILER! >
BLOG:
Como vocês devem ter percebido, O blog não se deu ao trabalho de inserir mais material para explicar melhor a sinopse deste filme de 2017 que é inspirado na épica e tão amada série de 1977/1983. Mas tudo, absolutamente tudo, sobre a série CHiPs original, pára imediatamente por aí.
Quando vi as notícias, na época, sobre as filmagens, bastidores e alguns vídeos, confesso que fiquei muito empolgado sobre este suposto e merecido "remake" de CHiP's com o qual, nós, da geração dos seriados 80/90 conhecemos muitíssimo bem! Afinal, qual o ardoroso amante de séries que não ficava empolgado nas noites (normalmente à mesa do jantar) ao ver na TV esta abertura inesquecível:
Mas, infelizmente, este filme de 2017 está longe de merecer tal fama. Aliás, a sinopse é até mesmo bastante generosa, pois a história é muito mais "confusa" do que aparenta. Logo no início do filme, primeiro, temos uns "takes" de ação desnecessários para apresentação do Agente Especial do FBI Castillo (Michael Peña) que será o Frank Poncherello - entendeu ???
Pois é: Nessa nova versão, um dos adorados protagonistas da série original nem existe de verdade (!!!) e em seguida somos jogados dentro de uma "trama" de corrupção envolvendo a patrulha rodoviária da Califórnia, de forma igualmente confusa, que só depois, durante o filme vamos nos ambientando e entendendo um pouco. Isso, depois de passarmos muita raiva ao conhecer um "idiota" Jon Baker (?!?!?!?)...
Bem, resumindo: Filme cheio de piadas "forçadas", com mal gosto e chegando ao ridículo; a película não soma e nem é muito agradável. Para os fãs da série original (como eu!) fica um enorme vazio e outra grande decepção. Os personagens principais são transformados em dois perfeitos idiotas, e reduzidos a dois simplórios condutores de motocicletas, sem um sentido crível e importante na trama, e ao meu ver, bem pior: entristecendo milhares de fãs, com certeza.
Nem a rápida participação especial de Erik Estrada (Jon Baker original) no final do filme como um paramédico, salvou o longa...
"Nem tu salvaste o filme, Erik!!!"
Filme fraco, com roteiro e cenas dignas de filme "pastelão". O Camisas & Manias nem vai dar uma nota.
* * *
*** Só lembrando que Larry Wilcox e o próprio Erik fizeram duras críticas ao filme. Vejam uma matéria sobre isso no link abaixo:
Mas, vale muito, citar rapidamente a série original:
CHiPs é/foi uma série americana, exibida em 6 temporadas, entre 1977 e 1983. É
baseada nas aventuras de dois patrulheiros rodoviários em motocicletas na
Califórnia. A sigla CHiP significa California Highway Patrol, ou Polícia
Rodoviária da Califórnia
Nas
primeiras temporadas, os episódios alternavam momentos de drama e comédia - sendo que está última tinham foco nas ações do patrulheiro porto-riquenho novato
Poncherello. Já Baker era o "cérebro" da dupla, sempre exibindo certa impaciência com o seu parceiro.
>>> Curiosidades:
- Devido alguns problemas de bastidores e diferenças de popularidade dos personagens, algumas mudanças foram feitas pela produção da série, que não agradaram Wilcox, que alimentou uma rivalidade com Erik até deixar
o programa antes da última temporada.
- Durante
a série, o ator Erik Estrada sofreu um grave acidente de moto (agosto de 1979),
ficando em coma por cinco dias, quase vindo a falecer. Este episódio ajudou a
trazer mais fãs para o programa, pois todos queriam conhecer o ator que quase
perdera a vida. O acidente foi introduzido na história de "Ponch",
mostrando cenas dele no hospital e a sua recuperação com ajuda de uma bengala.
- CHiPs ajudou a melhorar a imagem dos policiais em todo o
mundo, pois mostrava patrulheiros corajosos, solícitos e competentes, sempre
atentos ao que ocorria de errado nas estradas. Além disso, havia o lado sem a
farda: "Ponch" e Baker eram amigos fora do trabalho, e sempre se
divertiam juntos. A série mostrava que, apesar da vida de policial, eles viviam
um mundo bem igual ao da grande maioria das pessoas, o que ajudou no sucesso.
- No
final dos anos 70 e início dos anos 80, CHiPs virou uma febre no mundo inteiro,
principalmente com as crianças. Larry Wilcox veio ao Brasil e apareceu em
comerciais e programas de auditório (Silvio Santos) vestido com seu uniforme de
patrulheiro.
- No Brasil, a série foi a primeira a utilizar o merchandising como
forma secundária de rentabilidade. Antes disso, a única renda disponível era a
venda da série para as emissoras interessadas.
- Como o sucesso da série era
grande entre as crianças, foram lançados uma série
completa de brinquedos relacionados com a série, e confecções que produziam as
roupas dos patrulheiros.
- A série foi exibida inicialmente no Brasil pela TVS, de 1979
até 1982, depois foi para a Rede Record de 1982 até o fim do ano de 1985.
Depois foi exibida na Rede Bandeirantes, em 1988. A extinta Rede Manchete
exibiu os episódios por volta de 1993. Foi exibida pelo canal de TV a cabo TCM
da SKY em 2005 e novamente a partir de maio de 2009 no TCM (NET canal 91). No
dia 1 de janeiro de 2018, a série passou a ser exibida nas tardes da TV Diário.
- Em 1999,
foi feito o longa CHiPs 99 (imagem acima) com quase todo o elenco original da série,
produzido pela TNT, e, exibido pela primeira vez no SBT. Para encerrar, algumas cenas da série original:
Na condição de ardoroso fã da série Star Trek, não poderia deixar de citar aqui no blog minhas humildes considerações sobre a saga "Enterprise"; que juntamente com "Voyager", são as minhas preferidas. Óbvio que a série original é épica, e como tal, a considero "Hors Concours"...
Enterprise é uma série
americana de ficção científica criada por Brannon Braga e Rick Berman que
se passa no universo ficcional de Star Trek, criado por Gene Roddenberry na
década de 1960. Foi renomeada Star Trek: Enterprise à partir da 3ª Temporada. A série segue as aventuras da primeira nave de dobra 5 da
humanidade, a Enterprise, dez anos antes da criação da Federação Unida dos
Planetas.
Enterprise estreou em 26 de setembro de 2001. O episódio piloto, "Broken
Bow", se passa no ano de 2151, entre os eventos do século XXI mostrados em
Star Trek: First Contact e a série original de Star Trek. A baixa audiência - principalmente após a 3ª temporada - fez
a UPN cancelar Star Trek: Enterprise em 2 de fevereiro de 2005, porém a
emissora permitiu a série completar sua quarta temporada.
Gene Roddenberry
O episódio final,
"These Are the Voyages...", foi ao ar em 13 de maio de 2005. Depois
de uma exibição de 98 episódios, foi a primeira série de Star Trek depois da
original a ser cancelada pela emissora ao invés de ser encerrada por seus
produtores. Também foi a última série em 18 anos ininterruptos de novos episódios
de Star Trek começando com Star Trek: The Next Generation em 1987. Temporadas 1 e 2:
As duas primeiras temporadas de Enterprise mostram a
exploração interestelar por uma tripulação de uma nave da Terra capaz de ir
mais longe e mais rápido do que qualquer outro humano jamais foi, devido a
quebra da barreira da Dobra 5.
A tripulação enfrenta situações familiares a fãs
de Star Trek.
Enterprise mostra a origem de alguns conceitos que se tornaram
muito importantes na história do universo de Star Trek, como as pesquisas do
Tenente Reed sobre o desenvolvimento de campos de força e as questões
levantadas pelo Capitão Archer sobre a interferência cultural, algo que seria
transformado na Primeira Diretriz.
NX-01 Enterprise
Um evento recorrente é a Guerra Fria
Temporal, onde uma misteriosa entidade do século XXVII usa os cabal, um grupo
de sulibans geneticamente modificados, para manipular a linha do tempo e mudar
eventos passados, algumas vezes sabotando a Enterprise e algumas vezes a
salvando, os motivos da entidade são desconhecidos. O Agente Daniels, um agente
temporal do século XXXI, visita o Capitão Archer ocasionalmente para ajudá-lo a
combater os sulibans e consertar os danos à linha do tempo. Atores e personagens principais:
LindaPark é a alferes Hoshi Sato, oficial de comunicações.
Nos últimos 90 anos
desde Star Trek: First Contact, os vulcanos foram os tutores da humanidade para
levá-los, em sua visão, ao caminho apropriado da civilização, muitas vezes
retardando o desenvolvimento do conhecimento científico para tenter manter os
humanos perto de casa, acreditando que eles são muito irracionais e emotivos
para funcionaram em uma comunidade interestelar. Quando a Enterprise zarpa, os
vulcanos estão sempre por perto. Isso gera alguns conflitos, em vários
episódios Archer e a tripulação reclamam dos métodos dos vulcanos em checá-los.
Com o famoso tema de abertura: "Where My Heart Will
Take Me"
Autoria de Diane Warren
Temporada 3:
A terceira temporada viu a mudança do título da série para
Star Trek: Enterprise, junto com uma nova versão do tema de abertura. Teve a introdução dos xindi, um inimigo determinado em aniquilar a
humanidade através de uma arma que destrói planetas.
A
terceira temporada segue um único arco de história, começando com o último
episódio da segunda temporada, "The Expanse", onde uma misteriosa
sonda faz um rasgo na superfície da Terra indo da Florida até a Venezuela,
matando 7 milhões de pessoas.
A Enterprise é chamada para a doca terrestre para ser
transformada em uma nave de guerra, com armas mais poderosas e o grupo de elite
chamado de M.A.C.O.
A nave viaja por uma área chamada de "Expansão Delphic" para
achar o planeta natal dos xindi e impedir um novo ataque a Terra. A tripulação
descobre em "Azati Prime" que os Construtores de Esferas, uma espécie
transdimencional, possuem a tecnologia que os permite examinar linhas do tempo
alternativas. Os Construtores de Esferas sabem que no século XXVI a frota da
Federação, liderada pela Enterprise-J, vai atacá-los e derrotá-los. Eles querem
que os xindi destruam a Terra na esperança que isso pudesse deter a formação da
Federação. Entretanto, no final da temporada, "Zero Hour", eles
conseguem derrotar os Construtores de Esferas e destruir a arma xindi. Eles
também conseguem retornar da Expansão para o espaço normal. A temporada termina
com a Enterprise sendo misteriosamente transportada para a II Guerra Mundial.
Algo que é resolvido em "Strom Front", partes I e II. Temporada 4 (Última): A temporada estreou em 8 de
outubro de 2005, com o episódio "Strom Front" e no dia 15 com sua
segunda parte, "Storm Front, Part II". Os episódios encerram o arco
da Guerra Fria Temporal, que se mostrou impopular entre os espectadores nas
suas primeiras temporadas.
O arco dos xindi foi encerrado no terceiro episódio,
"Home", que lidava com as ações questionáveis do Capitão Archer na
missão da Expansão. O tema geral da temporada voltou a ser o foco no conceito
de prequela da série, com muitos episódios fazendo referência aos temas,
conceitos e personagens de séries anteriores. A quarta temporada viu Brent
Spiner (Data de Star Trek: The Next Generation) como o cientista Dr. Arik
Soong, ancestral de Noonien Soong, criador de Data, em um arco de três
episódios onde no final Soong abandona seu conceito de melhorar o homem para
trabalhar na criação de formas de vida artificiais, uma alusão a criação de
Data.
Os episódios de Soong, mais tarde, criaram o arco onde os klingons tentam
melhorar sua espécie através das pesquisas de Soong. Isso dá uma explicação do
porque os klingons da série original possuem testas lisas e um visual mais
parecido com os humanos do que nas outras séries.
A temporada também lidou com
as discrepâncias entre os vulcanos da série original e aqueles mostrados em
Star Trek: Enterprise. No arco da Guerra Civil Vulcana, a subversão romulana no
Alto Comando Vulcano leva a uma divisão de um grupo de vulcanos que se opõe as
ações do Alto Comando, acreditando que elas vão contra os ensinamentos de
Surak. Após esse arco, os vulcanos passam por transformações culturais que os
levam a serem os vulcanos da séries anteriores. Houve também um episódio em duas
partes, "In a Mirror, Darkly", se passando totalmente no Universo
Espelho, popular desde a série original com o episódio "Mirror,
Mirror".
I.S.S. Enterprise - Na sua versão "mirror"
Os episódios mostram uma tripulação da Enterprise quase bárbara
tentando recuperar uma nave do universo principal de Star Trek, a USS Defiant,
vista no episódio "The Tholian Web".
Os romulanos também tiveram
problemas. Em uma conferência diplomática no planeta Babel, os romulanos usam
naves com emissores holográficos para criar problemas entre os andorianos e os
telaritas. Isso coloca as duas espécies a beira de guerra e, quando é
descoberto que eles eram romulanos, Archer cria uma aliança, similar com a
Federação, com os vulcanos. O arco de três partes teve as piores audiências de
toda a série, levando a UPN cancelar a série em 2 de fevereiro de 2005.
O
cancelamento da série foi anunciado antes do último episódio ser escrito,
permitindo que os roteiristas criassem um final para a série: O episódio final,
"These Are the Voyages...", foi ao ar em 13 de maio de 2005 e foi um
dos mais criticados episódios da história da franquia de Star Trek. A crítica
se focou na premissa que essencialmente reduziu o episódio a uma aventura de
holodeck da The Next Generation. O episódio contou com a presença de Jonathan
Frakes e Marina Sirtis como seus personagens William T. Riker e Deanna Troi.
Desconsiderando os onze anos de envelhecimento óbvio, o episódio se passa
durante os eventos do episódio "The Pegasus", de TNG.
"pitaco" do BLOG: Fazia muito tempo que eu "namorava" a série pela Netflix e sempre tentava vê-la; acompanhar com tenacidade. Demorou, mas quando iniciei, foi amor cinéfilo que perdurou até o fim da segunda temporada... Acompanhar os passos do capitão Archer e seus comandados na novinha em folha nave da Terra Enterprise nos confins do espaço se mostrou terrivelmente delicioso. No início, temos certa "raiva" do jeito chato e "irritantemente" vulcano de T'pol, da morosidade do tenente Reed, e uma certa dúvida do doutor Phlox - com aquele sorriso esquisito...
Mas não podemos deixar de notar um certo status de "certinho" e sempre otimista do capitão Archer. Mesmo diante dos perigos mais mortais e iminentes, ele sempre está lá; calmo, impávido, e certo de que algo bom ocorrerá e tudo será salvo. Mas para os fã da série (Eu não sou um trekker, ok... Nada contra, mas não sou!) as duas primeiras temporadas são exuberantes e perfeitas! Os episódios estão focados no que a vertente da franquia difere de outras franquias similares: a separação bélica da científica. Sim! "Tiro, porrada e bomba" deixem para Star Wars e Galáctica, entre outras!... Star Trek vem preencher aquela coisa bacana da descoberta, interação entre espécies.
Mas... - Sempre tem essa bosta! - Mas... Decidem inserir a tal "Guerra Temporal" que acaba com tudo. Destrói todo o encanto! E justo quando as tramas e personagens principais começavam à ser ajustar; como a T'pol que foi mudando claramente entre um episódio e outro, Phlox ficando mais sério e mais envolvido com a trama, bem como o mesmo ocorrendo com Reed, Tucker, Sato e Travis!
O casamento de T'pol abordando uma trama pessoal da série. note-se cmandante Tucker (já apaixonado) ao fundo, observando...
Daí em diante, f****eu a série, com os episódios entrando num redemoinho de morosidade, chegando a cansar mesmo. A terceira temporada, só teve uma coisa legal: A inserção dos M.A.C.O.S. que na minha opinião, foi uma sacada de gênio para dar uma "liga" à série. E até mesmo para a franquia como um todo! Afinal, não sejamos hipócritas, em um Universo tão vasto, será que a Enterprise só iria encontrar espécies boas? E, para isso, toda nave precisa de uma vertente bélica. Sinceramente, achei de uma idéia brilhante! Eis, abaixo, episódios que o C&M mais apreciou...: 1.5 - "Unexpected"
Quando Tucker ajuda uma nave alienígena com reparos, um
encontro "amistoso" com uma dos tripulantes leva a consequências
inesperadas.
1.7 - "The Andorian Incident"
A Enterprise visita um monastério vulcano, descobrindo que
ele foi tomado por andorianos.
1.9 - "Civilization"
A Enterprise encontra um planeta habitado parecido com a
Terra, onde alguns de seus habitantes estão sofrendo de uma misteriosa doença.
1.16 - "Shuttlepod One"
Enquanto investigam um campo de asteróides, Tucker e Reed
são convencidos de que a Enterprise foi destruída e tentam enfrentar a certeza
de suas mortes.
2.2 - "Carbon Creek"
T'Pol conta à Archer e Tucker a história de sua tataravó e
dois outros Vulcanos que caíram em uma pequena cidade da
Pensilvânia em 1957.
2.4 - "Dead Stop"
A Enterprise aporta em uma estranha e automática estação
espacial de reparos.
2.8 - "The Communicator"
Durante a investigação de um planeta "pré-dobra",
Reed acidentalmente deixa seu comunicador para trás. Quando ele volta com
Archer para recuperar o aparelho, eles são capturados por soldados e acusados
de serem espiões do inimigo.
2.10 - "Vanishing Point" Depois de sua primeira experiência com o transporte, uma
estranha série de eventos misteriosos faz Hoshi achar que está invisível para o
resto da tripulação.
2.22 - "Cogenitor" A Enterprise encontra os "vissianos", uma espécie que possui o
terceiro gênero dos "cogenitores", que são tratados como cidadãos de
segunda classe.
3.6 - "Exile" Hoshi é contatada por um misterioso telepata, que oferece
ajuda à Enterprise em sua missão por um preço.
3.8 - "Twilight" O efeito da Expansão Délfica deixa Archer incapaz de formar
novas memórias. Doze anos depois, ele acorda em uma manhã e fica atordoado ao
saber do resultado do conflito entre os humanos e os xindi, incluindo a
destruição da Terra e a quase aniquilação da espécie humana.
3.10 - "Similitude" Durante tentes de motor, Trip é ferido gravemente e fica em
coma na enfermaria. Phlox sugere que a única esperança de Trip é a criação de
um "simbionte mimético"— um clone.
3.11 - "Carpenter Street" Archer e T'Pol viajam de volta no tempo para deter "repitilianos xindis" em uma Detroit do século XXI.
3.16 - "Doctor's Orders" Para atravessar uma grande região do espaço com anomalias subespaciais
em segurança, Phlox deve colocar o resto da tripulação em êstase e sozinho
pilotar a Enterprise.
4.10 - "Daedalus" O inventor do transporte vem à bordo da Enterprise para um
experimento, que não tem intenções tão claras assim...
4.18 e 4.19 - "In a Mirror, Darkly" e "In a Mirror, Darkly - Part II" No "Universo Espelho", o Comandante Archer se amotina contra o
Capitão Forrest para poder capturar uma nave do futuro (USS Defiant) no espaço toliano.
Cena do episódio "In a mirror, darkly - Part II"
Ainda, no "Universo Espelho", a destruição da Enterprise deixa
a tripulação presa à bordo da USS Defiant, uma nave de um universo paralelo onde
um corpo governamental chamado "Federação Unida dos Planetas" reina, inspirando
T'Pol a falar contra a tirania do Império da Terra.
Ressalto que as temporadas 1 e 2 foram as mais coesas e atrativas, com roteiros bacanas e histórias com o "sangue" Star Trek. Ainda assim, alguns episódios contidos nas temporadas fatais (3/4) ainda se mostraram bastante eloquentes e fortes, como visto na relação acima. Um dos mais marcantes, foi "Similitude", pela ótima inspiração e transição roteirística.
Infelizmente, em determinado momento não foi possível aos produtores manter a série no ar...
Em sua terceira temporada, a audiência da série apenas caía
e a ameaça de cancelamento pairava perigosamente sobre Star Trek: Enterprise. Isso, junto com
o fracasso de bilheteria de Star Trek Nemesis (2002), lançou uma desconfiança
geral em torno da franquia Star Trek. Apesar de ter sido veiculado que esse era
o final da franquia Star Trek, o cancelamento de Star Trek: Enterprise foi
seguido de um anuncio da Paramount que eles estavam iniciando a pré-produção do
décimo primeiro filme da franquia. Depois de um começo falso envolvendo Rick
Berman com um filme que se passaria depois de Enterprise e antes da série
clássica, a Paramount recrutou um novo time de roteiristas e produtores, que no
final levou ao lançamento de Star Trek, em maio de 2009.
Bônus ...: Vamos falar um pouco de como foi o conturbado e polêmico episódio final de Star Trek: enterprise, "These
Are the Voyages...":
Tentado receber alguma ajuda antes de tomar uma decisão
pessoal difícil, o Comandante William T. Riker da Enterprise-D observa uma
simulação de holodeque da última missão da primeira Enterprise nos dias que
precederam o nascimento da Federação, dois séculos antes.
Archer fala com o agonizante Tucker enquanto Phlox tenta
salvar sua vida
A morte do
personagem foi considerada por críticos e pelo próprio ator Connor Trinneer como forçada e
desnecessária.
"These Are the Voyages..." é uma narrativa contada do
futuro. Os eventos do século XXII de Star Trek: Enterprise são mostrados
através de uma recriação de holodeque durante o episódio "The
Pegasus", de Star Trek: The Next Generation.
No século XXIV, o Comandante
William T. Riker observa os eventos em volta da criação da Federação Unida dos
Planetas, esperando que os eventos do passado o ajudem a tomar uma importante
decisão.
Cronologicamente, os eventos do século XXII de "These Are the
Voyages..." se passam seis anos após o episódio anterior, "Terra
Prime".
Em 2161, a nave estelar Enterprise e sua tripulação retornam à
Terra na véspera da assinatura da carta régia da Federação. Depois de dez anos
de serviço, a Enterprise será aposentada. O Capitão Jonathan Archer discute o
discurso que ele vai dar para os representantes reunidos.
A Enterprise é
contatada por Shran, um andoriano que Archer acreditava estar morto. A filha de
Shran foi sequestrada por desonestos parceiros de negócios, e Shran pede a
ajuda de Archer para resgatá-la. Archer decide ajudá-lo, apesar de T'Pol
avisá-lo que eles podem se atrasar para a cerimonia.
Enquanto a tripulação
da Enterprise surpreende os inimigos de Shran e resgatam sua filha, os
associados de negócios rastream a Enterprise e a invadem na viagem de volta.
Para salvar a vida de Archer, o engenheiro Tucker se oferece para ajudar os
intrusos, porém sabota os equipamentos. O resultado é uma explosão que permite
a fuga da Enterprise, mas fere mortalmente Tucker.
Archer é perturbado por ter
de escrever um discurso sobre como suas explorações valeram a pena, apesar da
morte de seu amigo, porém T'Pol garante que Tucker teria considerado que elas
valeram a pena.
Na Terra, Archer entra no grande salão para dar o seu discurso
enquanto Riker encerra a simulação, agora seguro sobre o que fazer.
A
tomada final é uma montagem das naves estelares Enterprise enquanto os Capitães
Picard, Kirk e Archer recitam o monólogo "Onde nenhum homem jamais
esteve".
BLOG:
Ora, se "Enterprise" não tivesse precocemente sofrido com o cancelamento, e seguisse a linha científica e exploratória da franquia, certamente ia figurar como uma das preferidas dos amantes de filmes e séries.
Mas a sua "militarização", a inserção de temas monótonos e confusos ao público como a "Guerra temporal" e algumas escorregadinhas em certos episódios custaram caro. Ah, em tempo: A idéia de tentar repetir a sensualização no uniforme de T'pol com o famoso uniforme "colado" de Sete de Nove (Voyager) - atuação de Jeri Ryan, aparentemente, não deu certo... - ficou "forçado" e muito "na cara"... Fazendo uma comparação á grosso modo com a atual história da franquia ST, "Discovery": Creio que pelos comentários, opiniões e diversos tópicos pela rede, a situação poderá se repetir. Ao que tudo indica, o rumo que "Discovery" está tomando não está agradando. Talvez ainda não tenham verificado que Star Trek precisa se enveredar por meios não militares ou bélicos - sem exagero, uma "pitadinha" com a participação de M.A.C.O.S. vez ou outra seria espetacular - mas com centralizações em temas mais exploratórios e científicos.
O amigo aqui do blog que vos escreve, começou à assistir, e sinceramente, deteve-se no "1.9 - Into the forest I go"... e estou tentando retomar a vontade de assistir o resto da temporada. ... Bem, mas isso... Será um outro post... Bem mais para frente...
Bright é um filme americano de 2017, gênero policial, com ação e fantasia dirigido por David Ayer e escrito por Max Landis.
O filme mostra Will
Smith como um policial de Los Angeles que se junta com outro policial de gênero "Orc" (interpretado por Joel
Edgerton) em um mundo de criaturas humanas e míticas.
O filme também conta com participações de Noomi Rapace, Lucy Fry, Édgar Ramíreze, Ike Barinholtz, e foi lançado em em caráter mundial e exclusivo pela Netflix em 22 de dezembro de 2017.
> Sinopse
Em um presente completamente alternativo onde humanos e
criaturas fantásticas como orcs, fadas, elfos, centauros, entre outros coexistiem desde o início dos tempos, o oficial Daryl Ward (Will Smith) e o Orc Nick
Jakoby (Joel Edgerton) embarcam em uma noite de patrulha de rotina e acabam por
descobrir um artefato antigo e poderoso: uma varinha mágica capaz de alterar o
futuro e seu mundo tal como o conhecem.
AVISO
do C&M:
As observações e notas do blog, não são, de maneira nenhuma, o retrato ou
consenso comum de opinião. É só uma simples e humilde opinião do blog, na forma
de um simplório bate-papo cinéfilo.
< ALERTA DE SPOILER! >
Antes de mais nada, alguns apontamentos são necessários...
1 - Reservadas as distintas diferenças, esse filme lembrou-me imediatamente "Missão Alien" (Alien Nation-1988), Lembram? ... Onde: Uma nave com aliens, escravos rebelados de outra raça alien,
foge para a terra e 300.000 visitantes começam a se integrar em todas as
atividades humanas, inclusive a polícia. A ação se passa em uma Los Angeles do
futuro onde um detetive da polícia, que teve seu parceiro morto por uma gangue
de aliens, começa a investigar o crime tendo por parceiro o primeiro alien a se
tornar policial.
- Missão Alien -
Como eu citei, devemos resguardar comparações, pois no caso de Bright, fica explícito que os seres mitológicos e fantásticos já estavam vivendo entre nós há milênios,e no caso de Missão Alien, os alienígenas chegaram depois de um tempo. Ah, e lógico: São abordagens totalmente diferentes.
2 - Outra curiosidade: seria coincidência, ou alguns filmes de Will Smith tem que se iniciar com alguma trama envolvendo um acidente ou fatalidade com ele? No início de Bright, vemos que Will/Ward está retornando ao trabalho, depois que foi alvejado durante um dia de serviço usual, enquanto seu parceiro Jakoby estava comprando hot-dogs (motivo das brigas e discussões entre eles, em boa parte do filme)... Lembram do fundo de pano de "Eu, Robô?"...
O filme é ambientado numa Los Angeles bem conturbada, com essa miscelânea de seres, raças e culturas. A violência é apresentada de modo bem vibrante, e as piadas são inseridas em momentos certos, causando assim um bom impacto de continuidade.
- Na boa... O Jakoby ficou igual ao Drax de Guardiões da Galáxia... -
Entretanto, depois de um início muito bom, o filme vai se deixando levar por um roteiro previsível, e uma história policial usual, que, apesar de ter como inspiração uma "varinha" mágica que pode tornar tudo catastrófico na sociedade, e um aprofundamento de culturas raciais, preconceito e diferenças sociais extremas (como no caso do bairro classe alta dos elfos), acaba se tornando um "mais do mesmo", que temos em muitos filmes policiais do gênero.
O tema do preconceito tem um foco muito grande em Jakoby, por ser o primeiro "Orc" no Departamento de Polícia de Los Angeles, onde é visto com desconfiança pelos próprios colegas de farda, sobretudo após o acidente com Ward.
O próprio Ward tem seu momento de "teste" ao escolher o que fazer, quando os vários policiais se deixam dominar pelo poder corruptível da "varinha" e tentam mata-los. Várias passagens assim, são vistas no filme, justamente para divulgar idéias e mensagens.
Como sempre, ante filmes assim, os humanos sempre são a raça mais "ferrada" entre todas. A prova disso é a tênue oposição que vemos nas cenas de ações ou tiros. A facção de elfos liderada pela violenta Leilah (Noomi Rapace) que está tentando tomar posse da varinha, causa estragos fenomenais em bandidos, gangues e praticamente massacra policiais no caminho. Chega à ser surreal.
E acabamos assim. 2/3 do filme mostram Ward e Jacoby correndo por Los Angeles, junto com uma elfo (Tikka/Lucy fry) que se voltou contra a facção e tenta à qualquer custo manter a varinha fora das mãos destes. Jogo de "Gato e Rato". O tema central que dá nome ao próprio filme (Bright) não foi tão evoluído e nem tão abordado. Afinal, "Bright" é o termo dado as pessoas que conseguem administrar uma varinha mágica sem, digamos... explodir. Podendo ser até mesmo um humano, e olha a coincidência: Ward acaba se revelando um brigth... Mas como disse, o tema não é fortemente abordado.
Enfim, Bright é um filme que precisava mostrar "mais um pouco". Quando acabou, sinceramente, restou-me aquele sentimento de: - "É só isso?!?! Ah, faltou algo à mais..."
Lembrando que nos escalões mais altos, FBI - diga-se, temos seres mitológicos em suas fileiras. Kandomere (Édgar Ramírez) é um agente da divisão mágica do FBI:
Não sei, mas na minha opinião, com uma idéia tão ampla, o filme poderia ter direcionado sua história para algo mais factível na vida de uma sociedade tão miscigenada. Creio que a história em si, e o aproveitamento de roteiro, diálogo e desenvolvimento poderiam ser mais ricos, e não acabar no esquete de um filme policial normal, com direito à cena final de condecoração e tudo mais...
Eu, sinceramente, esperava mais do filme. A trilha sonora é bem legal e bastante condizente com o filme e cenas: