quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

SPORT Clube do Recife-PE

Muito bem...  Vamos falar de camisas um pouquinho né?


Na época que fiz este post, o blog iniciou um "tour" pelos clubes do Nordeste e Norte do país, e que tenho a verdadeira HONRA de ter seus "mantos sagrados" na minha coleção.



Esta camisa foi adquirida em Curitiba, na  loja da Oceano Sports (Hoje, Malharia Oceânica).


Fundação do Clube: 13 de maio de 1905.

Fundado em 13 de maio de 1905 por Guilherme de Aquino Fonseca, ilustre pernambucano que ao regressar de estudos da Inglaterra, trouxe consigo a paixão pelo futebol.


Há de se destacar ainda, que Guilherme de Aquino Fonseca (foto acima) é também o introdutor do futebol no Pernambuco.



INFOBlog
O Sport Club do Recife foi o primeiro clube Pernambucano. E também foi primeiro clube nordestino campeão do Campeonato Brasileiro, conquistando o título em 1987. Além do título da Copa do Brasil em 2008.


Estádio(s):
Estádio Adelmar da Costa Carvalho (Ilha do Retiro).
Capacidade: 35.000 pessoas.
Inauguração: 04 de julho de 1937.
Proprietário: Sport Club do Recife.

Estádio Ilha do Retiro, a casa do Sport

INFOBlog
Pelé foi oferecido em empréstimo de 4 (quatro) meses ao clube, em 1957. O Rei do Futebol só não passou pelo Sport principalmente por causa de sua baixa idade, 17 anos.


INFOBlog
O primeiro escudo ostentado pelo clube nada tinha à ver com o atual. Na verdade, representava todas as modalidades esportivas praticadas pelo clube, desde críquete à caça submarina.

O Primeiro escudo do Clube



Mascote do Clube:  Leão.

O mascote do Clube foi criado após a vitoriosa excursão pelo Norte do Brasil e a conquista do troféu Leão do Norte.




ClÁSSICOS...

O Sport uma rivalidade histórica com o Clube Náutico Capibaribe, donde o confronto entre ambos é conhecido como o Clássico dos Clássicos, sendo este o terceiro clássico mais antigo do país. Com o Santa Cruz Futebol Clube, cujo confronto é denominado de Clássico das Multidões; e com o América Futebol Clube, onde duela no Clássico dos Campeões.



Site Oficial do clube:


Bem, eu já sou fã de alguns trabalhos da Lotto. E aqui, neste template, temos uma arte muito bonita, e além de tudo, elegante.  O degradê aplicado nos ombros e laterais do tórax deixou a camisa com personalidade.  As cores são fortes e estão em harmonia. Escudos e pacths, bem como o próprio logo da Lotto bem trabalhados e finalizados.  Neste trabalho até os patrocínios estão bem harmoniosos também, não impactando visualmente a camisa.

 

O blog não encontrou elementos significativos que prejudiquem a camisa, inicialmente.

Ok, então é isso, pessoal.  Este foi o primeiro clube do NORDESTE e NORTE do Brasil postado que tenho no meu acervo pessoal, e que vou continuar mostrando nesta seção do blog. Até o próximo post com uma camisa do estado da Bahia.

Obrigado por sua visita!

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

1967 : O ano em que o céu caiu.


Memórias... As tragédias ocorridas em 2010/2011 nas cidades de Teresópolis, Petrópolis e Nova Friburgo no RJ, bem como em SC e SP, não são, infelizmente, situações novas ou  atípicas.  O Brasil já sofreu outras calamidades do gênero...

Serra das Araras - 1967
 
Uma cruz de 10 metros na subida da Serra das Araras (Piraí-RJ), no local conhecido por Ponte Coberta, marca o início de um enorme cemitério construído pela natureza. Lá estão cerca de 1.400 mortos (fora os mais de 300 corpos resgatados) vítimas de soterramento pelo temporal que atingiu a serra em janeiro de 1967. Foi a maior tragédia da história do país, superando o número de mortos da atual tragédia na Região Serrana do Estado do Rio de Janeiro, hoje acima de 500.


No triste episódio da Serra das Araras, suas encostas praticamente se dissolveram em um diâmetro de aproximadamente 30 quilômetros. Rios de lama compacta desceram a serra levando abaixo ônibus, caminhões e carros. A maioria desses veículos jamais foi encontrada. Uma ponte inteira também foi carregada pela avalanche. A Via Dutra ficou interditada por mais de três meses, nos dois sentidos.

Para se ter uma idéia do que ocorreu na Serra das Araras vamos comparar os índices pluviométricos: A atual tragédia de Teresópolis ocorreu após um volume de chuvas de 140 mm em 24 horas. Na Serra das Araras, em 1967, o volume de chuvas chegou a 275 mm em apenas três horas! Quase o dobro de água em um oitavo do tempo!

Visão aérea da Serra das Araras em 1967: 30 km de devastação completa
-"Vimos mortos nas árvores, braços na lama"

Bárbara Osório-MacLaren nasceu na Alemanha em janeiro de 1939. Tendo sobrevivido à II Guerra Mundial, veio para o Brasil, morar em São Paulo com a família em 1950, quando tinha 11 anos, atendendo a um chamado do avô materno, que já vivia no país.

Em 1961, mudou-se para a Inglaterra. Seis anos depois, aos 28 anos de idade, voltou ao Brasil para rever os amigos.

No Rio de Janeiro, em 22 de janeiro de 1967, às 23 horas, tomou um ônibus da Viação Cometa com destino a São Paulo. Um temporal desabou na Via Dutra, que acabara de ser duplicada. Nunca, naquela região, se havia visto ou iria se ver uma chuva tão forte quanto aquela que presenciava a jovem alemã e que ela relata a seguir:

- "Dentro de 40 minutos, na Via Dutra, houve um temporal. O nosso ônibus já estava na subida, mas a estrada se abriu a nossa frente. Lá ficamos até a manhã do dia seguinte. Pela rádio ouvimos os gritos de pessoas em outros carros, estavam sufocando na lama".


Bárbara dá detalhes: "Pela manhã, descemos o morro a pé, vimos mortos nas árvores, braços na lama, as reportagens nos jornais falavam de mais de 400 mortos. Eu fui colocada em um caminhão em direção ao Centro do Rio, juntamente com outros feridos e corpos e pedaços de corpos(...). Subitamente, quando estávamos superando uma subida lamacenta, escutamos outro enorme estrondo ao nosso lado. Escuridão súbita! Quando acordei do coma ou desmaio, estava em Lisboa, Portugal. Em outras palavras, em vez de me levarem a um hospital no Rio, me despacharam para a Europa".

A experiência da jovem alemã, hoje com 72 anos, foi contada há dois anos em um depoimento ao site "São Paulo Minha Cidade" e dá a dimensão do que ocorreu na Serra das Araras em 1967.

Mas seu depoimento, 42 anos após a tragédia, é uma raridade. Há poucas histórias registradas sobre os acontecimentos da época, por duas razões: carência de boa cobertura jornalística, em virtude dos parcos recursos tecnológicos da imprensa no período, e o fato de que o episódio foi tão trágico que poucos sobreviveram para testemunhá-lo.

A capital do Rio de Janeiro também sofreu com as chuvas de 67...
Outra das poucas histórias que sobreviveram também envolve um cidadão estrangeiro. É a história do motorista do ônibus prefixo 529 da Viação Cometa, que salvou a vida de quase todos os seus passageiros. Este motorista, quando vislumbrou a tragédia que poderia se suceder, pediu que todos deixassem o ônibus, e procurassem um local seguro, mas um homem recusou-se à deixar o veículo. Poucos minutos depois, uma rocha rolou e caiu sobre o ônibus, matando este passageiro, que era estrangeiro.

Alguns dos ônibus atingidos na tragédia, em destaque o Cometa 529
Advogado lembra trabalho de presos
 
O advogado Affonso José Soares, de Volta Redonda, que morava em Piraí na época da tragédia, lembrou que na madrugada da tragédia na Serra das Araras, trabalhava em um habeas corpus para a libertação de sete presos que haviam sido detidos, em flagrante, cerca de dois meses antes, praticando um jogo ilegal de aposta conhecido como "Jogo da Biquinha".

O Advogado Affonso José Soares
Estava trabalhando até tarde da noite e madrugada no meu escritório e escutei os fortes estrondos por volta de uma ou duas horas da manhã.

Na manhã seguinte, segundo ele, o município foi "invadido" por passageiros do Rio de Janeiro e de São Paulo, que ficaram impossibilitados de passar pela serra devido aos desmoronamentos e crateras.

Antes do meio dia, no dia da tragédia, o advogado lembra que foi procurado pelo delegado que pediu sua ajuda para convencer os presidiários a colaborarem no resgate das vítimas.
Os sete presos fizeram o trabalham mais pesado do salvamento: foram amarrados por cordas e descidos até o local em que estavam às vítimas.  Além de auxiliar no salvamento e nos primeiros socorros aos sobreviventes, apanhavam corpos e os traziam abraçados.


- "Eles eram fortes e fizeram um trabalho que ninguém queria fazer. Trabalharam por 48 horas e voltaram à delegacia para ajudar na parte burocrática", frisou Affonso.


A coragem e disponibilidade imediata foi reconhecida e posteriormente utilizada como fato inexorável na liberdade destes homens. 

Caraguatatuba - 1967

O ano de 1967 foi realmente diferente. Em março, dois meses após a tragédia da Serra das Araras, outro desastre atingiu Caraguatatuba, no litoral paulista.

Chovia quase todos os dias desde o início do ano (541 mm só em janeiro, o dobro do normal). Do dia 17 para 18 de março, um temporal produziu quase 200 mm de chuvas em um solo já encharcado. No início da tarde de 18 de março, sábado, a tragédia aconteceu sob intenso temporal que chegou a acumular 580 mm(!!!) de chuvas em dois dias (Teresópolis teve 366 mm em 12 dias).


Segundos os relatos da época, houve uma avalanche de lama, pedras, milhares de árvores inteiras e troncos que desceu das encostas da Serra do Mar, destruindo casas, ruas, estradas e até uma ponte.


Cerca de 400 casas simplesmente sumiram debaixo da lama. Mais de 3 mil pessoas ficaram desabrigadas (20% da população da época). O número de mortos - cerca de 400 - foi feito por estimativa, pois a maioria dos corpos foi soterrada ou arrastada para o mar.


Detalhe: Caraguatatuba, em 1967, era um balneário turístico de 15 mil habitantes. Dá para imaginar quais seriam as consequências se aquela tragédia ocorresse hoje, com os atuais 100 mil habitantes.

Agradecimentos Especiais ao meu amigo Bruno (Bm99Lg) :
Blogs : Busólogo Tricolor, Colecionando Camisas e Grupo Bm99LG

Fernando Scofano ( rjonibus )



BLOG : O mais impressionante é constatarmos uma certa similaridade nas tragédias. Temos décadas de intervalo entre elas e o grau de destruição e perdas de vidas é absurdo e inaceitável, visto que estamos em pleno ano de 2011. Até quando vamos presenciar estas tragédias "anunciadas", pois se desde 1967 e até mesmo décadas antes, situações similares àquelas ainda ocorrem? Não há preparação? Não há contenção? Onde estão os urbanistas? E as autoridades, o poder público deste país? Nossos políticos?  Obras e  mais obras são orçadas, licitadas e algumas feitas e tudo se repete, tudo acontece novamente, e cada vez mais famílias choram. 

O problema, é o Brasil. Sim! Basta comparar com o que aconteceu na Austrália neste mesmo período.  Basta comparar as vítimas fatais naquele país...  ínfimas.  Porquê?  Simples.  Organização e Comprometimento das autoridades com sua população. Ah, e muita Cultura.  A Cultura é a base de qualquer sociedade. Fica aí o recado deste blog.

Até a próxima,

"Povo Culto, Nação próspera..."
Obrigado !!!

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Coleção C&M - BRASIL ... NORTE/NORDESTE

Atualização : 05 de agosto de 2017.
Inserção da camisa nº 044 : Treze-PB

Índice das camisas da Região NORTE/NORDESTE do Brasil  já postadas no blog.

*** Para acessar o post de cada camisa, clique sobre o card do clube abaixo representado (Em ordem numérica):









































segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Busologia...Um momento de Nostalgia : Auto Viação Bangu - RJ

Além de colecionador e ter verdadeiro fascínio por camisas de clubes de futebol, este blogueiro "Lôko" que vos escreve também é "vidrado" por ônibus e suas cores vivas (e, um elo entre os dois hob's me chamam a atenção... os desenhos e cores em cada caso...)... E estava rodando pela web, quando encontrei algumas imagens de uma empresa de ônibus do Rio de Janeiro que muito me acompanhou em minha infância, adolescência e parte de minha fase adulta. Um momento nostálgico:


Sua sede fica (ficava) no bairro de Magalhães Bastos-RJ, bairro vizinho ao que eu morava, Realengo.

Primórdios : pintura com tema bem brasileiro

Fonte : A. Reis & Busovisk ( ônibus em Debate )

Bem lá no início era assim...  Esta identidade visual bem "brasileirinha", e foi assim por um bom tempo ainda, pois a foto abaixo, mostra um dos carros que eu me lembro muito bem, pois ficava esperando meu pai chegar do trabalho perto de um dos pontos do trajeto em alguns fins de tarde:


Daí então, lá pelos idos da década de 80 para 90 (se não me engano), iniciou-se a fase "creme e vermelho" na Bangu:

Foto: Acervo Paulão (Paulo Roberto - Cia de ônibus)


Algumas variedades ocorreram nesta fase de pintura, como a inserção do nome da empresa na carroceria (acima) e depois quando houve uma certa padronização no município, o nome foi "migrado" para este box preto, menor, acompanhado no número do carro em maior escala.


A fase seguinte (chamado por "pintura de setas" no bairro) foi muito presente em minha vida. Idas e vindas diárias de casa para o  trabalho.  Essa identidade visual foi bem bacana.  Surpreendeu muita gente, e pessoas até que não ligavam muito para os ônibus em si, os chamados "usuários padrões". E tivemos ainda uma mudança radical de cores, dando uma presença maior para o branco, nos carros.

Foto: Diego Almeida (Ônibus Brasil.com)

Na sequência abaixo, temos uma variação nesta pintura até curiosa (esta já ocorreu após minha saída do Rio de Janeiro) com a pintura do para-choque de azul para branco, ficando ainda mais "clean":

Foto: Rodrigo Gomes (Ônibus Brasil.com )

Daí em diante, todas as mudanças ocorreram depois de minha mudança do RJ. Mas continuei sempre acompanhando, mesmo à distância.


Essa pintura acima foi de caráter "temporária" (pelo que informaram meus amigos no RJ), quando a empresa atravessava uma fase bem difícil.

Mas, como tudo passa... E chegamos, finalmente, na lindíssima identidade visual que teve a Bangu:

Foto: Jairo Barreiros (Ônibus & Cia )
A Viação Bangu nesta época foi administrada por empresários que atuavam no ramo de vendas e distribuição de bebidas, além de serem acionários da VW caminhões e ônibus, motivo pelo qual, a empresa possuía 90% de chassis Volks. Vale lembrar que a empresa antes dessa nova gestão, passava por grandes dificuldades.

Em 2008, a empresa se destacou ao ser premiada com o primeiro lugar no 40º Concurso de Comunicação Visual e Pintura de Frota (a mesma pintura na foto acima), realizado em âmbito nacional pela revista Transporte Moderno (Pintura /autoria de Alvaro Gonzales).


Realmente este "layout" ficou muito bonito. Acima uma imagem retirada do jogo GTA - com um "repaint" - são criadas criadas por adeptos e gamer's.

Mas aí... (Sempre tem um mas...) resolveram padronizar as pinturas de frotas no Rio. Eu particularmente sou TOTALMENTE CONTRA isso. Mas, enfim, fazer o quê, né?...

E com esta nova padronização a Viação Bangu que se encaixou no Consórcio Santa Cruz. 

A pinturas nos seus carros passou à ficar assim - Foi apelidado carinhosamente de "caixa de remédios" ou "antibiótico sobre rodas":

Foto: Roberto Marinho ( Ônibus Expresso )


Parecia que tudo ia caminhar para uma rotina normal, mas em 2010 a Bangu assumiu operacionalmente linhas da extinta Oriental. Absorveu suas linhas e iniciou-se uma lenta, mas crescente crise interna de manutenção e falta de peças e outros pequenos problemas. 

Com isso, a dívida da empresa ultrapassou a cifra de R$  40 milhões.

Em março de 2016 a empresa foi comprada pelo Grupo Redentor.  Em maio, a Viação Bangu deixou de existir de fato, sendo incorporada em definitivo e totalmente à Redentor.

BLOG: Isso é lamentável.  O trabalho visual premiado por Alvaro Gonzales para a Viação Bangu, foi jogado no lixo. Essa pergunta não me sai da cabeça... Porque a padronização de ID's? O que isso vai mudar no sistema? Em cidades que já adotam este tipo de procedimento, desde sua implantação, OK! Sem menções.  Questão cronológica.  Mas numa cidade como o Rio de Janeiro, que desde tempos idos, teve como característica marcante no transporte coletivo a diversidade de cores nos seus ônibus? Pô, é muita sacanagem!!!  Por isso e por outras eu aderi:


E assim, mostrando um pouquinho de uma empresa que fez parte de uma grande parte de minha vida, nas idas e vindas pelo Rio e que hoje me dá muita saudade - ainda mais sabendo que deixou de existir, me despeço e agradeço sua visita. Até o próximo post.

OBRIGADO !!!

sábado, 22 de janeiro de 2011

Transcarioca (RJ)


E, no Rio de Janeiro, o BRT (Bus Rapid Transit) está em alta.  O T5, também chamado de Transcarioca, é um projeto de BRT (Bus Rapid Transit) ligando o bairro da Penha à Barra da Tijuca (Terminal Alvorada) com ônibus articulados em vias exclusivas. Apresentação da Prefeitura :T5 Corredor Viário ( Transcarioca )
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Muitos são contra. Muitos são à favor.

Eu particularmente curto muito este sistema, desde que, BEM ADMINISTRADO.

Todo sistema de transporte tem seus prós e seus contras. TODOS. 

É só analisar os problemas ocorridos no metrô de SP nestes últimos meses.  Com o BRT não seria diferente.  

Mas, se for bem administrado, bem operacionalizado, o BRT se transforma numa ótima opção de mobilidade urbana.

No Rio de Janeiro, pela demanda e tamanho da população, eu optaria por veículos Bi-articulados ao invés de articulados.

Aqui em Curitiba nossa RIT já foi muito eficiente.  Ainda o é, com grandes ressalvas negativas. O problema daqui é como eu apontei : Administração do sistema. Aqui em Curitiba estamos indo pela contra-mão. A população cresce e os ônibus  diminuem. O tempo entre os carros aumenta. Lamentável.  Tomara que no Rio de Janeiro não comentam este mesmo erro...


Um "Ligeirinho" da linha INTER 2  ( Parte integrante da RIT )
Abraços, e obrigado pela visita !