quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Novo VIALE BRT ... by Marcopolo


Para responder aos desafios das cidades, a Marcopolo lança o Viale BRT que redefine a identidade dos ônibus urbanos brasileiros.


O novo Viale BRT expressa velocidade, conforto, acessibilidade e segurança por meio de linhas fluídas e elementos estéticos inspirados nos mais modernos sistemas de transporte mundial.




O produto atende a todas as exigências dos sistemas de plataformas de embarque do país, podendo ser configurado para atender às necessidades específicas em números de passageiros e acessibilidade





As fotos já estão circulando pela WEB, acessem:


http://www.busontheroad.net/2011/08/novo-marcopolo-viale-brt.html
Outras Fonte(s):

http://busologosbrasil.blogspot.com/2011/08/marcopolo-lanca-o-viale-brt.html


BLOG: Depois do lindíssimo MEGA BRT da Neobus, a Marcopolo faz sua aparição de gala, não digamos, contra-atacando, mas sim, ocupando seu devido lugar junto no patamar dos grandes lançamentos de mobilidade que está acostumada, com o maravilhoso VIALE BRT. Até mesmo, porque como li no BusOnTheRoad (Schneider) a Marcopolo possui participação junto à Neobus, e então está “tudo em casa” no termo mais popular. Não é assim uma concorrência, mas vejo como um “Incremento” no segmento.

Mas vamos combinar... Ficou Lindíssimo.

E o BRT cresce...


Tenho lido muitas opiniões e comentários na WEB contrários ao BRT e suas nuances. 

Bom... Estamos em um país livre, e com isso, podemos compartilhar opiniões e idéias. A minha posição em relação ao BRT é simples: Se bem administrado, com um amplo e delicado estudo sobre a cidade em que será implantado, sua população, suas necessidades de locomoção, de onde para onde, demografia... Ou seja, um trabalho sério e profissional, o BRT é sim, uma poderosa ferramenta de locomoção, desde que integrado ao ambiente à sua volta, com a mescla aos demais tranportes modais e de massa, como trens e metrôs. Viram? Em momento nenhum eu retiro o transporte sobre trilhos da essência de mobilidade de uma cidade, principalmente entre as metrópoles. Pelo contrário... São vitais. Mas não subjulguem o BRT! A temática é a mesma! Se não for bem administrado, os transportes sobre trilhos são falhos como outro sistema qualquer. E aí, neste ponto, o BRT é igual.

Agora, analisando a questão mais detalhadamente, eu defendo que o BRT é um sistema que possui alguns diferenciais, frente aos demais:

- Valor muito reduzido de implantação. Bem como o tempo de implementação e início das operações. Assim como o impacto das obras no entorno das vias e estações são menos prejudiciais do que do metrô, por exemplo.

- Melhor dinâmica nas operações do sistema. Principalmente frente às falhas técnicas. O sistema não pára quando há algum problema mecânico ou similar.

Curitiba: Faixas extras para melhor operacionalidade do sistema
Bogotá: Mesma temática, mas com maior operacionalidade.
- Poder ser amplidada ou remanejada a oferta de carros em determinada linha, frente à uma demanda inesperada, com mais facilidade pelo centro de operações.

Transmilênio: Pátios de estacionamento estrategicamente posicionados ao lado de terminais e em entroncamentos importantes. Facilidade em remanejar frota entre linhas.
Balanceando a questão... Falemos agora dos problemas...

- Superlotação do sistema... RELATIVO... Entra aqui, a explicação fornecida mais acima. Depende da administração e dos estudos sobre o sistema. A demanda e demografia dos usuários abrangidos deverá ser melhor analisada, para que a gestão do sistema identifique horários de pico, problemas viários e etc... Muitos sistemas ferroviários e metroviários apresentam este mesmo problema. 

Superlotação: Problema de Gestão do Sistema e não do Sistema em si...
No Metrô também temos o mesmo problema... E a fonte é a mesma... Gestão do sistema.
Se na implantação do sistema BRT em uma determinada cidade deverá ser priorizada a SEGREGAÇÃO TOTAL da via. Cruzamentos, sinais de trânsito e a invasão das vias do BRT por pedestres e ciclistas atrapalham o fluxo do sistema, ocasionando atrasos e acumulo de usuários nas estações.

Ciclistas e pedestres nas vias exclusivas... Perigo e lentidão ao sistema
O ideal é construir ciclofaixas/clicovias e passarelas anexas às vias do BRT para que o sistema tenha um fluxo irrestrito.

Estação BRT com bicicletário em Bogotá: Exemplo positivo de união Bikes e BRT
- Poluição. Único problema que realmente o BRT ainda está em vias de resolver. Mas, já estão minimizando bastante, com o advento de motores ecológicos à base de Biocombustível e Etanol. Vale ressaltar que a última opção é quase ZERO de lançamentos de resíduos na atmosfera. Há ainda a opção de se optar por frota de tróleibus nas vias. 

Advento de soluções mais ecológicas na frota de BRT's no mundo
O diferencial técnico frente ao metrô/trem (Que em qualquer queda de energia pára o sistema), é que no BRT poderiam ser utilizados ônibus híbridos, que frente ao problema de queda energética, poderia ser revertido para alimentação convencional à base de etanol e continuar operando normalmente até a normalização do problema, sem comprometer o sistema.

- Problemas sociais. Vandalismo e manifestações populares. RELATIVO... Todos os sistemas estão sujeitos à este tipo de problema que é social, e independe de ação por parte de um Centro Operacional.

Tenho lido muito sobre vários cometários enfatizando que o BRT é sistema adotado só por países subdesenvolvidos... Equivocadas as declarações... EUA, França, China, Canadá... NÃO são países subdesenvolvidos...

BRT em Los Angeles-USA
Vou ficando por aqui... 

Até a próxima e como sempre... AGRADECENDO e Muito, sua visita ao Camisas & Manias.

Tchau!

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Absurdos que me tiram do sério...

Coisas que me tiram do sério...

Cobrador de ônibus de Curitiba é multado

Um cobrador de ônibus, lotado para serviço em uma estação-tubo da capital paranaense, foi multado pela URBS, gerenciadora do sistema, por tentar se proteger do frio. Foi no dia 02 de agosto. Veja a reportagem da RPC TV:


BLOG: Tô irritado!!! Estou aqui, pensando junto aos meus botões sobre o que eu comentaria sobre isso... Ah, fala sério, Sr. Edson Berlezze!!! Por favor... Só foi dar entrevista para ficar bem no vídeo?!?! Gestor é um cargo que serve para dar suporte e "gerir" com inteligência um determinado sistema. Gestão, saca?...

Estação padrão do sistema... estrutura já ultrapassada para hoje...

O estatuto que rege o “padrão” das estações-tubo está ultrapassado!

Convido o senhor, em um dia de frio de nossa Curitiba, sair da mesa confortável, e ir à uma estação-tubo para sentir “na pele” o que os  operadores passam lá. Eu sou usuário e sei bem na prática o que estou falando! As nossas estações estão ultrapassadas. 

Serviam para um modelo da década de 80/90, mas, hoje não atendem mais os moldes dos usuários da RIT. 

Pelo amor de Deus! Basta olhar para os sistemas similares existentes no mundo, e até mesmo não muito longe daqui... Vou mostrar-lhe alguns exemplos de estações de verdade!


Panorâmicas de uma estação do Transmilênio, Bogotá, Colômbia.

Senão Vejamos...: Catracas modernas, em estilo similares ao metrô. Acesso maior para deficientes... No canto, a bilheteria (cabine) do operador... Olha... FECHADA. 

O estilo arquitetônico da estação é moderna, confortável, ao molde do que o usuário precisa e paga tarifa (cara) para ter isso.

Vamos ver mMais um exemplo?...


Transcaribe, também na Colômbia... Fachada externa da estação... Quanta diferença!

Cabine fechada (de novo!) para o operador/cobrador... Modernidade na estrutura, ESPAÇO para o Usuário... ESPAÇO!!! E segurança...

Não viu o bastante? Quer mais?

Ah, vamos aqui do Brasil mesmo… Uberlândia, Minas Gerais, SIT…

Estação do sistema mineiro... SIT (Uberlândia)... SHOW!
Visão interna da estação... Conforto e segurança... E ESPAÇO!!!

Sr. Edson... Dá só uma olhadinha no projeto (projeto!) de estações para os BRT’s do Rio de Janeiro!...


Nooosssaa...Tá Louco...

Ah, fala sério! Aí me vem o Senhor falar de estatuto... Isso é pura burocracia! 

Estatuto se muda! Estatuto se moderniza! Ou porque Curitiba foi o precursor da idéia de BRT não pode modernizar, seguir tendências? Pura Vaidade... Deixa disso...

Sinônimo de Estação-Tubo de Curitiba no inverno
Como eu citei acima: O padrão de estação-tubo era o ideal em meados de 80/90. Hoje não é mais! Está ultrapassado, é ineficiente para comportar usuários, que em horários de pico ficam em filas intermináveis para fora das estações (vide corredor da avenida Sete de Setembro por exemplo...)


E nos dias de chuva o usuário sofre hein... Aí então a proteção da estação já perde totalmente seu sentido... Enfim... Está tudo errado.

Usuária em Curitiba aguardando ônibus em estação-tubo no inverno

Aí, eu sinto VERGONHA, pois como estereótipo da cidade que iniciou a "ERA BRT", tínhamos que ser sempre um exemplo perfeito.

Então URBS, é hora de “tomar vergonha na cara”, pois não é somente aumentando o tamanho de um ônibus, ou colocando telas LEDs nos ônibus e estações que vai se melhorar não... 

Estação da Linha verde com Tela LED para informação ao usuário... Enquanto isso lá no cantinho o operador passa frio... Ah, meu Deuuuusss... Tudo errado.

Aliás, maior idiotice isso, as TVs serão alvo de vândalos e o usuário mesmo não está nem aí para isso...

Mas, voltando ao X da questão: A dita multa ao pobre do operador é de R$ 25,00 Reais... O que olhando assim, rapidamente, não é muito, mas como disse meu xará, o Anderson, Presidente do Sindicato da Categoria, representa quase 1 (uma) caixa (com 12 unidades) e meia de leite em caixinha. E isso, para um trabalhador, é MUITO.

Palhaçada da URBS que há muito está me decepcionando. Está na hora de atitude, e coragem. Nosso sistema ainda é bom, mas tem que modernizar.

O ocorrido com o trabalhador foi uma total vergonha!

Este post é dedicado ao meu amigo Pico Pereira, que atua no sistema, e deve saber bem o que é passar frio nestas estações-freezers. Um abraço meu amigo!  

O Camisas & Manias REPUDIA totalmente a multa aplicada ao operador que estava tão somente tentando se aquecer. Vergonha!

Desculpem o desabafo... E obrigado pela visita!

Falling Skies (Trailer da Semana C&M)

Falling Skies

Alienígenas invadem a Terra (...), destroem diversas cidades (...) e dizimam a população.

Porém, um bravo grupo de pessoas sobrevive (...). Juntas, elas terão a tarefa de lutar contra os ETs e expulsá-los do planeta(...).

Essa sinopse, tão clichê em filmes de destruição de Hollywood, ainda tem algum apelo popular? Seis milhões de americanos acham que sim (!!!...), principalmente se a grife Steven Spielberg estiver envolvida.


Desde junho, mais especificadamente, desde sexta-feira (24) está rolando no Brasil, sempre às 22h, no canal pago TNT, “Falling skies”, cuja uma première de duas horas nos EUA (dia 19 de junho) registrou cerca de 5,9 milhões de expectadores, recorde do ano para a TV paga americana.

O nome de Spielberg na produção executiva sem dúvida ajuda no sucesso, ainda que sua assinatura venha se tornando cada vez mais comum na TV americana, vide “The pacific”, “United states of Tara” e, futuramente, “Terra Nova”. Mas outro grande atrativo da série é a presença de Noah Wyle, ator que passou 11 temporadas interpretando um dos personagens mais queridos da televisão americana, o dr. Carter de “ER” (“Plantão médico” por aqui).

Noah Wyle, como o professor Tom Malson, lidera milícia de resistência.

Por fim, entra a história, que é o mais importante de “Falling skies”. Apesar do mote não ser lá muito original, a série serve para ocupar o buraco de um gênero que não tem dado muito certo. “V” e “The event”, cujas premissas eram semelhantes, foram canceladas neste ano.

Quem mais se aproxima do tema “fim de mundo” são os zumbis de “The walking dead”.

TRAILER

Wyle é o protagonista do programa no papel do professor de história americana Tom Malson. Ele perdeu a esposa e teve um de seus filhos capturado pelos alienígenas há seis meses. Nesse tempo, ele e outros humanos se esconderam em um acampamento, na companhia da "médica-e-futura-namorada" Anne (Moon Bloodgood).

Moon Bloodgood vive na série, a médica Anne

A série conta a história das consequências de uma invasão alienígena, que não só neutraliza a grade de energia e tecnologia do mundo, mas também destrói os militares de todos os países do mundo em um curto espaço de tempo. 


É mencionado que mais de 90% da população humana é morta dentro de poucos dias. A história começa seis meses após a invasão, e segue um grupo de sobreviventes que têm de se unir a fim de revidar. 


O grupo, conhecido como Second Massachusetts (uma alusão a uma milícia de Boston na Guerra Revolucionária Americana), é agora liderado pelo Capitão aposentado Weaver e pelo professor de história da Universidade de Boston, Tom Mason que, embora em busca de seu filho Ben, deve colocar seu amplo conhecimento da história militar em prática como um dos líderes do movimento de resistência.


O seriado foca justamente nas relações humanas desse mundo pós-apocalíptico, o que claramente remete a “The walking dead”. 

A diferença é que, em "Falling skies", não se sabe exatamente qual o propósito dos aliens (na concorrência, os inimigos querem apenas comer nossa carne).

Um trunfo da atração são os efeitos especiais e a produção milionária.


Por ter um grande conhecimento teórico sobre estratégia militar, Malson logo fica à frente de uma força-tarefa criada para defender os civis, ou seja, é garantido que em todos os dez episódios da 1ª temporada haverá tiroteios, explosões e ETs correndo de um lado para o outro dentro de um cenário pós-apocalíptico.


Para quem gosta do estilo do cineasta é um prato cheio. Só ficaram de fora os dinossauros de "Jurassic Park", mas esses estarão presentes em “Terra Nova”, que estreia nos EUA em setembro.


BLOG: Como a própria matéria acima cita, acho que o pessoal já está um pouco “enjoado” do tema invasão alienígena, até mesmo, porque tem sido o “boooommmm” (juntamente com o tema super-heróis/quadrinhos) cinematográfico do momento, e realmente, nos faz ensejar por outro enredo, outra história. Apesar de ter gostado de “V”, eu tive um certo pressentimento de que o projeto estava meio “sem sal”. Faltava objetividade nos episódios, e talvez isto tenha contribuído para o cancelamento do seriado. Com Falling parece que há uma certa química entre história vs. Ação, que é o jeito Spielberg de trabalhar. Por isso, esta série tenha um certo diferencial importante.

Valeu a sua companhia! Até mais... Tchau...

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Invasão do Mundo, Battle L.A. (Opinião C&M)


Invasão do Mundo – Batalha de Los Angeles

Elenco ... Michelle Rodriguez, Aaron Eckhart, Bridget Moynahan, Lucas Till, Jim Parrack, Michael Peña, Joey King, Taylor Handley, Ramon Rodriguez.


Direção ... Jonathan Liebesman, (que foi o diretor do remake de <O Massacre da Serra Elétrica>), rodou algumas seqüências em Los Angeles e ainda adicionou alienígenas em efeitos especiais, para convencer os executivos que ele era o certo para o projeto.

Jonathan Liebesman

Sinopse ... Durante anos, foram registrados vários casos de aparições OVNIs em diferentes lugares no mundo - Buenos Aires, Seul, França, Alemanha, China. 


Mas em 2011, o que eram apenas aparições vão agora se tornar uma assustadora realidade onde a Terra é atacada por forças desconhecidas. 

Enquanto as pessoas em todos os lugares assistem às grandes cidades do mundo caírem, Los Angeles se torna o último posto para a humanidade numa batalha inesperada. É então que um sargento da Marinha (Aaron Eckhart) e seu novo pelotão desenham um novo destino na areia enquanto combatem um inimigo como nunca haviam visto antes.

Trailer



Nestas férias eu vi muuuuito filme. Um pacote imenso de opiniões do blog virá por aí, e inicio a fila com Battle L.A.

Dentre as dezenas de filmes do gênero que foram (e estão sendo) lançados por aí, talvez Invasão do Mundo-Batalha de L.A. seja um dos mais empolgantes pelas cenas de ação em si... Lembra de imediato Independence Day... Mas...


Já quando entramos no mérito de enredo a coisa muda um pouco de figura. Falta um pouco de objetividade no tocante aos motivos e meios.

Porém, como eu disse, as cenas de batalhas na cidade são espetaculares. 

Está certo que o filme já começa com a invasão rolando, ainda meio sem os governantes saberem, e temos a apresentação dos personagens principais e seus dramas pessoais e blá, blá e blá... E no meio disto tudo, temos a humanidade sendo “varrida” do mapa por aliens. De novo, né?...


O interessante neste filme é que, apesar da superioridade bélica aparente dos aliens invasores, não é aquela diferença absurda e avassaladora como em outros filmes, apesar de este detalhe vir à tona depois de quase 50 minutos de filme.

Alguns erros de continuidade são percebíveis e estragam um pouco o espetáculo.  É impossível, por exemplo, deixar de notar que no início do filme, os “marines” apanham para caramba, e quase não trocam tiros com os aliens, e que, com o desenrolar da película, temos uma inversão de temática, com verdadeiras cenas de "bang-bang" entre as partes, assim, quase "cara à cara", e em cenas que os aliens tomam maior passeio bélico... Lembrando que no filme nada ocorreu para alterar isso... Somente rola algo no quesito domínio aéreo.

 
Muuuuito bem... Ainda assim, apesar do fundo de tema com o já famoso patriotismo exagerado inserido, e algumas cenas bem "forçosas" (Quero saber a marca do notebook que a Michelle Rodriguez pega em meio aos destroços, quebrado e chamuscado, liga e acessa a NET em menos de cinco minutos! - Caramba! (...Uau!...)), podemos apontar que é um senhor filme de ação. 


Só faltava um pouquinho mais de história,  e acabar com aquela velha mania americana de concentrarem todas as desgraças do mundo na “terra do Tio Sam” e aí ficaria mais perfeito de ver.


Mas também não vá com “sede ao pote” pois não é aquilo tudo não!.


Fico por aqui... Valeu a visita!
Tchau... E Obrigado!