quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Muhammad Ali

Muhammad Ali-Haj

Cassius Marcellus Clay Jr. [Louisville-EUA, 17 de janeiro de1942] é para muitos o melhor pugilista de todos os tempos. É mundialmente conhecido não somente pela sua maneira de boxear, mas também pelas suas posições políticas. Ali foi eleito O Desportista do Século pela revista americana Sports Illustrated em 1999.

Tudo começou depois que teve sua bicicleta roubada, aos 12 anos. Ainda era Cassius Marcellus Clay Jr. vivendo em Louisville, Kentucky. Joe Martin, seu descobridor, disse que o menino veio chorando para os seus braços e jurou que iria dar uma surra no ladrão. O treinador de boxe acolheu o jovem Cassius, garoto negro e de família pobre, entre seus protegidos.

-"Ele foi o mais dedicado de todos os garotos que eu já treinei", lembra. 

Embora o seu soco ainda não tivesse pegada, o menino já era extremamente ágil e rápido com as pernas.

Em 1960, conquistou uma vaga na equipe olímpica norte-americana, mas quase se recusou a participar da competição por causa do medo de avião.

O filho de seu primeiro treinador, Jon Martin, contou que Ali comprou um paraquedas em uma loja de acessórios militares e o usou durante toda a viagem. 

Na competição, depois de vencer três lutas preliminares ele bate o polonês Zbigniew Pietrzkowski e conquista a medalha de ouro, sagrando-se campeão olímpico da categoria meio-pesado em Roma.

Ouro olímpico em 1960

Mais tarde, ele teria jogado a medalha de ouro no rio Ohio, revoltado com a discriminação racial em sua cidade natal. Depois de 100 vitórias em 108 lutas, encerrou sua carreira amadora, e onze empresários brancos de Louisville uniram forças para financiar a entrada do atleta no boxe profissional.

A luta entre Ali [Cassius Clay] vs. Zbigniew Pietrzkowski em Roma (60)

Primeira luta no Madison Square Garden,  ainda usando o nome de batismo Cassius Clay, venceu Gary Jawish. Ele nunca havia sido nocauteado.
Foto: Getty Images

1964: Com um recorde de 19 vitórias consecutivas e nenhuma derrota em sua carreira profissional, Ali [ainda Clay] conquista o direito de enfrentar Sonny Liston pelo título dos pesos pesados. Aos 22 anos era extremamente talentoso, mas era tido como arrogante e falastrão. 

Luta contra Liston... 1º título Mundial.

Antes de suas lutas, Clay se autodefinia como o "maior e mais bonito lutador de boxe de todos os tempos" e assim, provocava seus oponentes. 


Em sua primeira luta por um cinturão de campeão mundial, em fevereiro de 1964, contra o então campeão Sonny Liston, Clay era tido como um azarão, uma zebra. Mas depois de seis assaltos, Liston jogou a toalha.

"Eu sou o maior", rugiu o novo campeão mundial no microfone.


Nesse mesmo ano, logo após a vitória sobre Liston, o pugilista entrou para a organização Nation of Islam, do ativista negro dos direitos civis Malcolm X. 


Malcolm X


Abandonou o nome de batismo: Cassius Clay e assumiu o nome Muhammad Ali, escolhido pelo próprio Malcolm.

Em 1967, Ali é convocado pelo exército americano para combater na Guerra do Vietnã. 

Mesmo ficando claro que ele serviria como uma espécie de porta-voz e não lutaria diretamente no campo de batalha, ele se recusa por conta dos preceitos do Islã.

O episódio rende uma de suas frases mais famosas:

“Nenhum vietcongue me chamou de crioulo, porque eu lutaria contra eles?”.

Pela recusa, Ali perdeu não só sua licença de boxeador como também foi condenado a cinco anos de prisão, sendo solto após pagar fiança. 

Depois disso, não perdia uma oportunidade para protestar publicamente contra a Guerra do Vietnã. 


Artistas e intelectuais, como os astros de Hollywood Richard Burton e Henry Fonda e o escritor Truman Capote, engajaram-se pessoalmente para garantir que Ali recebesse permissão para voltar aos ringues.

A pausa forçada durou três anos.

Muhammad Ali presente em uma das passeatas contra a Guerra do Vietnã

Depois de duas lutas preparatórias, Muhammad Ali subiu ao ringue em 8 de março de 1971, no Madison Square Garden, em Nova York, para a "Luta do Século" contra o então campeão mundial Joe Frazier, um duelo que era muito mais do que apenas esporte.

Devido ao seu envolvimento político, Ali era considerado representante da contracultura americana, enquanto Frazier representava a ordem estabelecida. 

Frazier ganhou por pontos numa prodigiosa batalha de 15 assaltos. No último round, Ali chegou a ir à lona pela primeira vez em sua carreira. 

Seguiram-se outras lutas que entraram para a história do boxe mundial.

 A "Rumble in the Jungle" (luta na selva) foi uma delas:



Em 1974, Muhammad Ali desafiou em Kinshasa, na atual República Democrática do Congo, o pugilista George Foreman, campeão mundial invicto até então.

Com seu conhecimento sobre a África, consegue conquistar a torcida se colocando como lutador do continente, enquanto deixa o adversário transformar-se em símbolo da alienação negra americana. 

Foreman tinha conquistado a maioria de suas lutas por nocaute.

Ali o enfrentou lançando mão do chamado "Ali shuffle", passo em que o pugilista praticamente dançava no ringue. "Flutue como uma borboleta, pique como uma abelha" assim Ali descrevia seu estilo.

Diante de quase 100 mil espectadores, o desafiante se deixou empurrar para as cordas nos primeiros assaltos, ricocheteava nelas, amortecendo os golpes de Foreman, e ficava provocando o adversário o tempo todo. 

Ali vs. Foreman na "Rimble in the Jungle"

No oitavo round, Ali mandou o campeão do mundo para a lona, tornando-se o segundo peso-pesado, depois de Floyd Patterson, a ganhar pela segunda vez o cinturão de campeão e quebrar a velha máxima do pugilismo: “they never come back”. 



A façanha foi repetida em 1978, quando Ali se tornou campeão do mundo pela terceira vez, com uma vitória contra Leon Spinks.

Na imagem acima, Muhammad Ali com uma cópia de sua autobiografia no aeroporto de Frankfurt, em outubro de 1975. Ele foi à cidade alemã para lançar o livro na maior feira literária do mundo.

Ainda no ano de 1975, ocorreria uma das melhores lutas da história do boxe, conhecida como "Thrilla in Manila", e que foi um novo duelo contra Joe Frazier


Frazier desistiu depois de 14 disputados rounds. Esse nível de boxe não tornou a ser alcançado por Ali posteriormente. 



1978: No quadrinhos... Superman vs Muhammad Ali é uma oversize de quadrinhos publicados pela DC Comics em 1978.

O livro de 72 páginas apresenta Superman em uma parceria com o boxe peso-pesado campeão Muhammad Ali para derrotar uma invasão alienígena da Terra.

Foi baseado em uma história original de Dennis O'Neil, que foi adaptada por Neal Adams, com lápis de Adams, tintas e figura de Dick Giordano, com tintas de fundo por Terry Austin.

1981: Depois de perder para Trevor Berbick, Muhammad Ali se despediu dos ringues no final deste mesmo ano, após quase 40 anos de carreira.

Três anos depois, Ali anuncia ter sido diagnosticado com a doença de Parkinson.

Apesar das dificuldades consequentes da doença, ele cria o Centro de Parkinson Muhammad Ali, no Instituto Neurológico Barrow, para promover pesquisas e oferecer tratamento a outros portadores da doença.

Na abertura dos Jogos Olímpicos de Atlanta, em 1996, quando acendeu a pira olímpica com a mão trêmula, seu destino tocou o mundo. Ele recebeu honrarias de todos os tipos. 

Em 1999, o Comitê Olímpico Internacional nomeou Ali como Atleta do Século. Seu ex-adversário George Foreman é hoje um amigo. 

Ali e Foreman em 1997: de adversários a grandes amigos

"Para mim, ele é um herói, o maior ser humano que já se tornou pugilista até hoje", diz o ex-concorrente e amigo, Foreman.

As diversas conquistas de cinturões e suas lutas históricas foram amplamente reconhecidas. Além de dar nome à ruas e avenidas em diversas cidades americanas e de acender a pira olímpica em 1996, em Atlanta, ele recebeu prêmios como o de atleta do século da revista Sports Illustrated e personalidade esportiva do século pela BBC. 

Ali recebendo a Medalha Presidencial da Liberdade do Ex- Presidente Bush

Também é nomeado Mensageiro da Paz da ONU e recebeu a Medalha Presidencial da Liberdade, maior honra civil dos EUA.

Diversos livros, filmes e outras obras artísticas foram inspirados na carreira esportiva e na vida de Muhammad Ali. 



Os principais deles, baseados na luta de 1974 contra Georde Foreman: os filmes "Quando Éramos Reis", documentário de 1996; e o filme "Ali", com Will Smith no papel do protagonista, em 2001; e o livro "A Luta", de Norman Mailer.



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Encontros famosos de Muhammad Ali

Entrevista ao Ed Sullivan Show em Fevereiro de 1963:


Visita dos Beatles no seu ringue de treinamento também em 1963:




Encontro com Elvis Presley em Fevereiro de 1973:


"Elvis era meu amigo pessoal. Ele veio para o meu campo de treinamento em Deer Lake cerca de dois anos antes de morrer. 


Ele nos disse que não queria ninguém para nos incomodar. Queria paz e sossego e eu lhe dei uma cabine no meu acampamento e ninguém sequer sabia disso. 




Quando as câmeras começaram a assistir-me treinar, ele estava em cima da colina para dormir na cabine. Elvis tinha um manto feito para mim. Eu não admiro ninguém, mas Elvis Presley foi o mais doce, mais humilde e o homem mais gentil que você poderia conhecer." - Muhammad Ali


Elvis Presley presenteou Ali com uma túnica [imagem acima] feita sob medida para ele, onde além de ricamente ornamentada, apresentava as palavras “Choice the People”

Ali não utilizou a vestimenta na luta de fevereiro de 1973 contra Joe Bugner. 

Mas em março de 74, em San Diego, Ali subiu no ringue para a luta contra Ken Norton ostentando o manto presenteado por Elvis. Infelizmente, Ali perdeu a luta e aposentou definitivamente o manto, pois cético, acreditou que poderia dar azar.

Despedida de Pelé no Cosmos em NY, 1977:





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Em 2012 Muhammad Ali recebeu homenagens pelo seu aniversário de 70 anos. Abaixo, temos cenas do "Ali Center", em Louisville, nos EUA:



Além dos 3 títulos mundiais, ele deixou o ringue com 56 vitórias (37 nocautes) e 5 derrotas.


O Artista escultor americano Michael Kalish, expôs em Los Angeles esta obra fantástica retratada acima.

Trata-se de um retrato de Muhammad Ali-Haj. A escultura foi feita utilizando 1.300 "sacos de pancada" (objeto utilizado para  treinamento de boxeadores).

Esse "sacos" foram presos a uma grande estrutura de alumínio, com mais de uma tonelada, dispostas de modo à conceber o rosto do pugilista.

Em 03 de junho de 2016, Ali falece, aos 74 anos em Scottsdale - Arizona.


E assim, o C&M presta esta singela homenagem à um valoroso desportista mundial, que segue com sua brilhante carreira. Sim, pois ele nos abandonou neste plano terrestre e continua (certamente!) mantendo sucesso no ringues celestiais!!!

Parabéns Mister Ali ... !!!

Obrigado pela visita, pessoal.

Propagandas diferentes...

Algumas PROPAGANDAS não convencionais

O marketing é delicioso. Poder criar um "gancho" comunicativo composto de muitas vezes apenas de alguns segundos, não é tarefa  fácil. E muitas dessas ótimas chamadas por vezes são vetadas, ou simplesmente são oriundas de outros países e por isso não passam por aqui. O Camisas & Manias selecionou algumas:

As duas primeiras propagandas são de automóveis. A primeira, logo abaixo, apesar de no título do vídeo constar como "proibida", não foi bem assim. Na verdade, ele foi criado para circular na mídia americana. O modelo Twingo foco da propaganda não é comercializado aqui no Brasil... 


A segunda propaganda é da Hyundai. O objetivo é mostrar uma das qualidades positivas da existência da 3ª porta ao lado direito do modelo Vesloster. Tá ok! A idéia proposta foi surreal, mas  a propaganda é legal, e na verdade não vi nada de mais que ocasionasse uma proibição:


Agora, o "target" das mídias são os consumidores de cerveja. Na primeira propaganda, o indivíduo se aproveita de uma qualidade própria da marca alvo do comercial para "enganar sua esposa" e poder acompanhar o jogo de futebol de seu time.


Ainda no campo da cerveja, neste segundo comercial é ambientado na mítica Veneza [Credo!!! E eu que tinha citado errôneamente como Gênova, putz...dãããã, falha nossa!!!... obrigado pela correção meu amigo LH!] e um casal resolve passear nas famosas gôndolas. O maridão aproveita para tentar deixar o passeio menos formal...


No vídeo seguinte, uma empresa de fritas quer mostrar [de forma engraçada] que em determinados casos, a opção por tamanhos maiores e mais largos é sensata. Na verdade, o comercial quer montar um paradoxo entre a situação e suas novas embalagens maiores e mais largas de fritas. Estranho, né? Mas às vezes, estas idéias mirabolantes dão certo:


Agora, saímos do tópico engraçado, para mostrar uma campanha de segurança de trânsito da República Tcheca, composta por uma série de propagandas que opta por tentar conscientizar seus condutores de maneira forte, com cenas de alto impacto. São cenas fortes, realmente. Lendo alguns comentários no canal em que colhi o vídeo, muitos brasileiros são vêementes em afirmar que este tipo de campanha, apesar de forte, e JUSTAMENTE por ser forte deveria ser aplicado por aqui também. Veja as imagens e tire suas conclusões, se realmente deveriam:


Consciência pessoal e atitude é tudo na vida em sociedade.

Obrigado por sua visita, vou ficando por aqui. 
Até mais tarde, com o próximo post...

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Remake.... : ITABUNA Esporte Clube-BA

Mais uma atualização de imagens na coleção. Hoje o C&M refaz o post de sua 32ª camisa da coleção, com imagens de melhor qualidade. Para acessar o REMAKE, clique na imagem ou no link abaixo :


OBRIGADO por sua visita!

Bastardos Inglórios ... Opinião C&M

Vez ou outra, quando na prateleira das novidades não tem muita opção, volto-me para os acervos da locadora... Esta semana vi novemante dois filmes [um deles é um anime, na verdade...] e não tinha feito menção aqui no C&M ainda. Lá vai o primeiro:

Bastardos Inglórios

(Inglorious Bastards)

Sinopse... No primeiro ano da ocupação da França pela Alemanha, Shoshanna testemunha a execução de sua família pelas mãos do coronel nazista Hans Landa (Waltz). 


Shoshanna escapa por pouco e parte para Paris, onde assume uma identidade falsa [Dreyfus] e se torna proprietária de um cinema.

Em outro lugar da Europa, o tenente Aldo Raine (Pitt) organiza um grupo de soldados americanos judeus para praticarem atos violentos de vingança. 


Posteriormente chamados pelo inimigo de “os Bastardos”, o esquadrão de Raine se une à atriz alemã Bridget von Hammersmark (Kruger) em uma missão para derrubar os líderes do Terceiro Reich. 



O destino conspira para que os caminhos de todos se cruzem em um cinema, onde Shoshanna pretende colocar em prática seu próprio plano de vingança...

Trailer

Elenco... Brad Pitt, Eli Roth, BJ Novak, Mike Myers, Michael Fassbender, Diane Kruger, Til Schweiger, Julie Dreyfus.


DireçãoQuentin Tarantino.

Tarantino.

BLOG...:

O estilo Quentin Tarantino é soberbo para uns e estranho e bizarro para outros. Sem pudor nenhum, o exímio Tarantino nos leva à um passeio no âmago das feridas do Reich, assinado com maestria uma visão alternativa de como seria um atentado bem sucedido contra as fileiras do alto escalão alemão. 


Sim, porque na vida real, o Füher escapou de dezenas de atentados, e alguns deles com uma sorte invejável!!! 

De volta ao filme, na verdade, em minha singela opinião, o filme poderia ser chamado de Operação Kino, pois seria o mais adequado à película já que a trama se desenvolve na sua maior parte do tempo, sobre esta idéia.



Os “bastardos”, grupo de elite criado com a única finalidade de impor o terror funébre e psicológico entre as fileiras alemãs na França ocupada, com o assassinato brutal, frio e sem piedade de seus soldados são personagens desta operação, juntamente com Shoshanna, apresentada logo no início do filme em uma sequência angustiante, protagonizada pelo inescrupuloso Coronel Landa [Excepcional na pele do excelente Christoph Waltz].


Para quem viu a saga Kill Bill, pode esperar as cenas de ações correlatas com muita violência e sangue, e também um filme intermediado por capítulos, como segue a linha de Tarantino, mas com a diferença que aqui, em Bastardos Inglórios, Quentin abusa mais dos amplos diálogos e das tomadas de suspense em amplo silêncio prorrogativo angustiantes, e zoons nas feições dos personagens, para passar o momento de cada cena.



Cenas em que isso é possível ser visto: O início, na fazenda francesa, nos diálogo de Landa e o proprietário, Sr La Padite, no almoço entre Shoshanna [vivendo na França com o nome de Dreyfus], Goebbels e Landa para tratar da sessão de cinema, com zoons de expressões nas mesas, e também nas cenas no bar, entre o encontro dos elementos dos “bastardos” com a atriz alemã Bridget Hammersmark, interrompida pelo major da SS, com final bombástico. 


Outra atuação bacana, mas infelizmente em menor monta está com o ator Martin Wuttke, como Hitler. Seus gritos estéricos e alternância de humor são fenomenais, e refletem a personalidade do Füher de acordo com relatos reais de seus comandados mais próximos.


Uma menção legal para o sotaque de Brad Pitt como oficial comandante dos Bastardos. 


Aliás, a idéia de guerrilha dos bastardos foi ótima. Pena que foi tão pouco vista, na verdade em uma só sequência real, logo nos primeiros momentos do capítulo 2. 




Penso que, como o filme leva o nome do grupo deveria mostrar mais de suas atribuições em campo. Valeria muito à pena uma carreira “solo” para o grupo, com um filme mostrando suas operações e armadilhas para os Alemães, com direito aos escalpos. Para os que gostam do estilo Tarantino [inclusive a participação dele num episódio de CSI Las Vegas ficou para a história], é pedida certa. E segundo rolam pela web, outros trabalhos bons vem por aí.



Vou ficando por aqui... Tchau...
E... Obrigado pela sua visita!!!...