sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Beagle Freedom Project, by ARME


Demorei para fazer uma conta no face, mas valeu à pena. Esta situação maravilhosa eu vi por lá, e resolvi trazer aqui para o camisas e manias... Singela Homenagem...

Fundada em 2004, a ARME (Resgate Animal, Mídia e Educação) é um grupo de defesa sem fins lucrativos criada para eliminar o sofrimento de todos os animais por meio de resgate, educação pública e divulgação.


O Beagle Freedom Project começou em dezembro de 2010, quando Shannon Keith recebeu a informação de que beagles que foram utilizados para experimentos em um laboratório de pesquisa poderiam ser libertados.

A EQUIPE DE HERÓIS

Desde então a missão do grupo é resgatar e encontrar lares para beagles usados ​​em pesquisas de laboratório.



O INCONCEBÍVEL...:
Os Beagles são a raça mais utilizadas para uso em laboratórios por causa, justamente e irônicamente, de sua personalidade amigável, dócil, e de confiança.

Os pesquisadores dizem que eles se adaptam bem à vida em uma gaiola, e que são baratos para se alimentar e manter.


O ABSURDO...:
Os beagles de pesquisas são obtidos diretamente de FDP’s criadores comerciais que, especificamente, criam estes cães para vender para instituições científicas.

Um absurdo sem precedentes! (Porque eles mesmos não se doam para essas instituições?)

Nos maravilhosos vídeos abaixo, temos imagens de duas operações de resgate à beagles que ficaram suas vidas inteiras, confinados dentro de um laboratório de pesquisa. Estes beagles não tinham nada, exceto os limites de suas gaiolas de metal:


Eles não conheciam o toque carinhoso humano, não dispunham de uma cama quente, sem companheirismo, sem amor. Eles nunca saíram do interior das dependências laboratoriais ou sentiram o aroma de uma árvore ou grama. Finalmente, após anos de tristeza e sofrimento, estes beagles são livres!

Cara... Eu chorei para cacete muito, vendo estes vídeos!







Esse pessoal da ARME são verdadeiros heróis. A página da ARME e do projeto (VISITE e DIVULGUE!):


Aquela frase é corretíssima:

TODOS OS CÃES VÃO PARA O CÉU.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

TUPI Football Club-MG


Esta camisa, a nonagésima da coleção C&M, vem do de Juiz de Fora, e teve como intermediário na aquisição, meu amigo Vitor Meira, do Blog Segundona Mineira...



 Fundação do Clube
26 de Maio de 1912



 INFOBlog

O Clube foi fundado por vários nomes importantes da cidade de Juiz de Fora. Dentre eles, podemos destacar Antonio Maria Junior, o Carijó.


 Mascote do Clube
Galo Carijó
A escolha do animal como um dos símbolos do clube ocorreu como forma de homenagear, justamente, o principal fundador da equipe, Antonio Maria Junior, que tinha o apelido de Carijó.



 INFOBlog

O clube iniciou sua história sendo denominado de Tupy Foot-Ball Club. O nome original da equipe vigorou por 30 anos até a mudança para o nome que o time usa até os dias de hoje.




O corte/molde lateral da camisa é muito bem feito. 

 Estádio(s)
Estádio Municipal Radialista Mário Heleno (HELENÃO)
Capacidade: 40.000 pessoas


Inauguração: 30 de Outubro de 1988
Propriedade: Município de Juiz de Fora


O clube possui seu próprio estádio, mas hoje, não está em uso oficial. Em 1931 foi inaugurado o Estádio Dr. Francisco de Salles Oliveira, ou apenas Salles Oliveira


Fotos do Estádio Salles Oliveira
Autoria: Estevan Mazzuia 
As fotos foram cedidas (ao qual agradeço bastante e indicamos!!!) pelo ótimo blog:

Na época, o campo da equipe de Juiz de Fora era o maior e mais moderno de toda a Zona da Mata Mineira.




É a designação para o Derby que ocorre na cidade de Juiz de Fora entre os times do Tupi e Tupynambás.

Curiosidade em um clássico TUTU (Tupi x Tupinambás): Campo do Sport, nos final dos anos 60. Irritados com a marcação de um gol do TUPI, os jogadores do Baeta resolveram acabar com o jogo. O Davi (centroavante) chutou a bola no juiz, o Carlos Antônio (lateral esquerdo) rasgou a súmula e o jogo acabou em confusão generalizada.

TUPYNAMBÁS 0 x 1 TUPI - SELETIVA JÚNIOR - ABRIL 2011 

Nota: Alguns dos fundadores do Tupi eram dissidentes, justamente, daquele que seria futuramente seu maior rival: o Tupynambás Futebol Clube.




 INFOBlog

O Caso Romário: Em 2006 o baixinho fez  um contrato com o galo carijó. O objetivo do jogador era chega aos mil gols em sua carreira. Mais infelizmente o jogador Romário não fez nenhum jogo com a camisa carijó, pois a janela de transferência já havia fechado naquele ano.




 INFOBlog
Um dos times mais imbatíveis que passou pelo Tupi foi o de 1966 comandado pelo técnico Geraldo Magela. 

Equipe do Tupi de 1966

O time foi considerado o fantasma do mineirão, pois derrotou os 3 principais times da capital, Atlético, América e Cruzeiro.




O Ex-Presidente Lula (Que é colecionador) com sua camisa do Carijó

Belo trabalho da GSport. Template moderno sem sair do padrão. Material de boa qualidade, corte confortável e com elementos chamativos. O escudo não é bordado, porém está bem trabalhado e muito bem adesivado. Os pequenos detalhes espalhados pela camisa, como pacth's de originalidade e etiquetas dão um toque todo bacana ao projeto. A fonte numérica nas costas está maneiríssima, bem atual. E a cereja no bolo: O pacth da cidade de Juiz de Fora, demonstrando regionalidade.

O excesso de patrocínios destoou um pouco dos elementos e geral da camisa. E a ribana um pouco apertada no braço. 


Obrigado por sua visita!  Até o próximo post, tchau!...

Contra o Tempo ... Opinião C&M

CONTRA O TEMPO

(Source Code)

Sinopse... O Capitão Colter Stevens (Gyllenhaal), acorda no corpo de um outro homem em um trem que explodirá e descobre que faz parte de uma missão para salvar Chicago de uma série de atentados terroristas coligados à esta explosão.


Em uma tarefa que não se parece a nenhuma das que já realizou, percebe que é parte de um experimento do governo chamado “Source Code,” um programa que lhe permite passar pela identidade de outro homem nos últimos 8 minutos de sua vida.



Ele tem poucos minutos para descobrir o que irá acontecer e quem é o terrorista que está por trás destes ataques.

Trailer

Elenco... Jake Gyllenhaal, Michelle Monaghan, Vera Farmiga, Jeffrey Wright, Russell Peters, James A. Woods, Michael Arden.


DireçãoDuncan Jones.




BLOG...:
Jake Gylennhall é um ator de veia dramática. Ponto. De igual modo quando protagonizou O Príncipe da Pérsia, soou um jeitão meio de caras e bocas, com fisionomias muito estranhas pára situações de ação. A idéia vale para Contra o Tempo também.



Neste filme, acompanhamos a aventura do Capitão Colter Stevens numa busca frenética por um terrorista em um trem que se dirige à Chicago e que explode em oito minutos, tempo este, que ele tem ao ser imputado no corpo de outra pessoa compatível com seu biotipo.



No meio disto tudo, rola ainda, uma paixão relâmpago pela personagem Christine de Michelle Monaghan, que não passa disto, uma sombra de Gylennhall no filme, pois não tem muito campo de ação na trama. E não é por culpa da protagonista, é porque realmente o personagem é limitado mesmo...


Em certos momentos, o filme parece com DèJá Vu, guardadas as devidas proporções e roteiros, naquele “frenesi” de voltar no tempo e tentar resolver o problema. Entretanto, o filme é muito bom, sim, pois o suspense em acompanhar Colter nos seus oito minutos, revirando o trem à procura da bomba e de como encontrar o terrorista (que vai detonar outra bomba no centro de Chicago) é muito grande, e às vezes nos faz querer invadir a tela para ajudá-lo.



As descobertas do Capitão Colter durante o desenvolver do filme, e o final em “Up” valem, e muito a locação.


Ah, outro detalhe: O filme é curto, com apenas 90 minutos, o que na humilde opinião deste blogueiro ficou justíssimo ante o enredo proposto.




Até mais tarde! Tchau...
Obrigado pela sua visita...