Está
aí outro lançamento recente que é impossível de não tecer opinião...
Foi
com o lindo e pitoresco cenário do Hotel Cala Piccola Torre. Que o Grosseto fez
a apresentação dos seus novos uniformes oficiais para a temporada 2012-2013.
* Camisas Oficiais de jogo *
Quatro modelos foram apresentados: A camisa
titular, ou clássica, é vermelha com uma faixa branca. A camisa AWAY (#02), com
as cores invertidas em relação à titular. A THIRD (#03) se apresenta em
tonalidade negra com a faixa branca.
* Modelo TITULAR *
E também, a camisa especial (#04) alusiva ao
centenário, que entretanto, já havia sido apresentada em maio de 2012.
* Camisa THIRD *
O clube optou por apresentá-la novamente, junto
com a nova coleção oficial, em homenagem ao centenário e na forma de unir as
camisas em uma só coleção.
* Agasalhos esportivos, com a camisa do Centenário em destaque *
***BLOG***
Tenho apreciado as últimas apresentações da
Errea.
Tem sido sólidas, objetivas, sem contudo, perder as idéias inovadoras e
criativas.
Usando o template clássico do clube, as três camisas estão bonitas,
atraentes e modernas, com a aplicação de uma arte moderníssima na faixa transversal, inclusive, com a inserção
das iniciais do clube e do ano de fundação.
As cores ajudam, e tornam as peças mais visíveis e atraentes ainda, como na camisa away (imagem ao lado).
Linhas também modernas nos cortes e moldes, como
o estilo de gola escolhido (apesar de não ser fã...).
Então, excetuando-se o patrocínio master que atrapalha um pouco a similaridade do conjunto, o kit está bacaníssimo e aprovadíssimo.
O Camisas & Manias mostra como foi a visita
ao teleférico do Complexo do Alemão...
Em julho de 2011, a
SuperVia iniciou a operação de transporte de passageiros em um Teleférico. Este é o primeiro transporte de massa por cabos do Brasil, conhecido como Teleférico do
Alemão.
Foto: A. Vianna ( Camisas & Manias)
Integrado ao sistema
de transporte ferroviário, possui seis estações: Bonsucesso, Adeus, Baiana,
Alemão, Itararé e Palmeiras. Com 152 gôndolas, tem capacidade para
transportar 8 passageiros em cada uma ao longo de seus 3,5 quilômetros de
extensão.
Infográfico: Jornal O Estadão
Foto: A. Vianna ( Camisas & Manias)
A viagem da primeira
estação Bonsucesso à última, Palmeiras, dura cerca 16 minutos. De acordo com a
lei sancionada pelo município do Rio de Janeiro, cada morador tem direito a duas
passagens gratuitas diárias (uma de ida e outra de volta). A tarifa unitária
custa R$ 1,00 (Um Real).
Foto: A. Vianna ( Camisas & Manias)
Foto: A. Vianna ( Camisas & Manias)
Durante os quatro
primeiros meses, o sistema passou pela fase de operação assistida. Atualmente, o
Teleférico funciona em sua operação plena, de segunda a sexta-feira, das 6h às
21h, sábados, das 8h às 20h, e domingos e feriados, das 9h às 15h.
Foto: A. Vianna ( Camisas & Manias)
INFORMATIVO C&M:
O Complexo do Alemão é
um conjunto de treze comunidades da Zona Norte do Rio de Janeiro(Brasil).
Durante muitos anos, sua área foi considerada uma das mais violentas da
cidade, porém desde 2011 o Estado tem intervindo com esforços pacificadores
(UPP's-PM) que juntamente com ações sociais, educação e incentivos econômicos têm trazido resultados positivos ao conjunto.
Foto: A. Vianna ( Camisas & Manias)
Foto: A. Vianna ( Camisas & Manias)
Seu núcleo é o Morro
do Alemão. Poucos moradores da cidade sabem que se trata de um bairro oficial,
embora parte de sua área seja, muitas vezes, tratada como parte dos bairros
vizinhos: Ramos, Higienópolis, Olaria, Inhaúma e Bonsucesso.
Foto: A. Vianna ( Camisas & Manias)
O bairro foi erguido
sobre a Serra da Misericórdia. Sua estrutura é vertical, ocupando uma formação
geológica de morros e nascentes, quase toda destruída pela construção do
complexo. Restam poucas áreas verdes na região, apesar dos esforços de
preservação empreendidos por organizações atualmente.
Mapa do complexo do Alemão. Imagem: Google
Na década de 1920, o
imigrante polonês Leonard Kaczmarkiewicz adquiriu terras na Serra da
Misericórdia, que era então uma região rural da Zona da Leopoldina. O
proprietário era referido pela população local como “o alemão” e logo a área
ficou conhecida como Morro do Alemão.
Foto: A. Vianna ( Camisas & Manias)
A ocupação no entanto,
só começou em dezembro de 1951, quando Leonard dividiu o terreno para
vendê-lo em lotes.
Foto: A. Vianna ( Camisas & Manias)
Ainda nos anos de 1920,
se instalou, na região, o Cortume Carioca (imagem abaixo) e, na sequência, muitas famílias de
operários se instalaram nas imediações. A abertura da Avenida Brasil, em 1946,
acabou por transformar a região no principal pólo industrial da cidade. O
comércio e a indústria cresceram e diversificaram-se, mas a ocupação
desordenada dos morros adjacentes, acabou por dar lugar às comunidades do Complexo do Alemão.
Fachada do Cortume Carioca. Imagem: Google
Região Administrativa: XXIX R.A.(Complexo do Alemão)
Morro da Baiana, Morro
do Alemão, Alvorada, Nova Brasília, Pedra do Sapo, Palmeiras, Fazendinha, Grota,
Matinha, Morro dos Mineiros, Reservatório de Ramos, Casinhas, Morro do Adeus e Canitar.
Foto: A. Vianna ( Camisas & Manias)
*** BLOG ***
E o sábado (01 Set) estava mesmo lindo, com céu azul infinito,
ótimo para um passeio assim, para se observar cenários ao longe. O teleférico do Alemão
foi alocado em um dos pontos mais bacanas do RJ, a Serra da Misericórdia.
Foto: A. Vianna ( Camisas & Manias)
Para se chegar, basta deslocar-se para a estação
Bonsucesso da Supervia. Várias linhas de ônibus passam pelo local provindos do
centro e demais regiões do Rio, além, claro, da própria linha férrea da
Supervia, através de dois ramais: Saracuruna e Gramacho.
Apesar das diversas mudanças (como novas
estações, seguranças nas plataformas e trens mais novos) desde meu tempo de RJ,
vale ressaltar que se optar por estas últimas, tenha bastante cuidado e viaje
com atenção, pois são linhas da Supervia que ainda tem um pouco de problemas no
interior dos vagões. Optei por ir para o centro da cidade, e pelo menos neste
final de semana, haviam trens antigos e muito mal conservados.
Voltemos ao principal: As instalações do Teleférico são novas, e estão
muito bem conservadas neste primeiro ano de vida. A equipe é preparada e bem
educada, prestando todas as informações necessárias. Dá um certo “frio na barriga” no início mas
depois do primeiro balanço, é só aproveitar o passeio.
É um passeio relativamente rápido (16 minutos),
e ao contrário do que imagina-se, as gôndolas não balançam muito. O cenário é
fenomenal. É possível ver boa parte do Rio de Janeiro, com ênfase no próprio
Complexo, a Igreja da Penha, A Baía de Guanabara e boa parte da zona norte da
cidade. Cada estação possui sua
peculiariedade, mas para passeio turístico, o mais usual é ir ao último
estágio, a estação Palmeiras. Lá em cima, a visão geral é muito bacana. Até algumas
partes da Serra da Misericórdia, ainda intocadas é possível ver (Bem como a
famosa trilha onde houve aquela fuga em massa na época da pacificação). Uma das sedes da
UPP do complexo fica ali, ao lado da estação, e foi possível ver, alguns PM’s e
algumas crianças “batendo uma bolinha” de forma alegre e natural...
Foto: A. Vianna ( Camisas & Manias)
É uma sensação muito agradável poder escutar as
crianças gargalhando, jogando bola, ou soltando pipas ao ar livre, do que
chorando, com medo, embaixo de mesas e cadeiras em momentos de violência. Esse momento alegre me fez viajar e lembrar de minha feliz infância em Realengo.
Conversei um pouco com alguns moradores (que montaram
comércio ali ao lado) e todos foram unânimes em afirmar que a vida no complexo já mudou bastante e segue mudando... Que tudo melhorou. Oportunidades de emprego e educação. Melhorias que
vieram com a pacificação, como urbanização de áreas degradadas. Crianças que
não tinham opção - senão engrossar as fileiras do tráfico. Ao descer, entre um
trecho de estações, um senhor me acompanhou na gôndola, e ressaltou novamente
tudo isso. A população de bem do complexo está orgulhosa e feliz com as ações
que vão muito além do teleférico, e estão alterando o ritmo de vida nas comunidades, mas fazem questão de dizer que o teleférico é sim, o símbolo desta mudança.
Ao chegar à base do sistema (Estação
Bonsucesso), tempo para apreciar uma exposição comemorativa ao 1º ano de
operação do teleférico, com informações sobre as ações, fotos e também dados
técnicos sobre o teleférico e sua construção. Duas das imagens expostas, captei:
Dali, rumei ao centro do RJ e depois ainda teria
O BRT TransOeste para conhecer... Mas aí já é matéria para outro post... Até
lá!
Correndo atrás do atraso aqui no blog: O Goiás e
a italiana Lotto, fornecedora do material esportivo esmeraldino já há algum
tempo, lançaram na noite do dia 29/08 (quarta), a nova coleção de uniformes
para o clube...
Modelo TITULAR
Modelo Away
Os uniformes números um e dois, usados nos
jogos, tiveram as cores verde e branco preservadas, com detalhes em verde-limão.
Os vestuários para jogadores e comissão técnica em treinos, concentração e
viagem também foram apresentados.
O Goiás já mantém esta parceria com a Lotto há
alguns anos. Esta parceria tem rendido coleções lindíssimas, dignas de constar nas mais variadas coleções.
Eu mesmo, tenho uma camisa do Goiás que considero uma das mais bonitas da
coleção.
Entretanto, nos últimos lançamentos o “caldo tem entornado”...
A
última camisa THIRD, por exemplo, foi motivo de muita polêmica entre torcedores e adeptos,
por apresentar uma camisa com idéia fenomenal, mas com um template, digamos... muito colorido e chamativo.
Na verdade, tentaram fazer uma alusão do clube à bandeira do estado, mas não
foram muito felizes na concepção final.
Nesta nova coleção, temos o embasamento do
template em linhas mais clássicas e com ênfase nas cores do clube.
Mas o teor
de modernidade não foi esquecido, e inseriram no layout, linhas arrojadas e a
utilização do tom verde-limão.
O patch
da campanha “Nosso Clube, Nosso Estado” – Base promocional da camisa Third –
retornou alocado no verso do colarinho de ambas camisas de jogo.
Em uma média,
a coleção ficou boa, mas é impossível não lembrar de camisas mais bonitas que o
clube já ostentou.
Nota
do C&M: As observações e notas do blog não são, de maneira nenhuma, o
retrato ou consenso comum da opinião da galera... É só a opinião do blog.
Dentro das postagems especiais sobre a "escapada" do blog ao Rio de Janeiro, o VITRAL da SEMANA embarca nessa. O edifício à seguir fez parte integrante na minha vida, e por anos e anos foi passgem obrigatória deste blogueiro ao seu local de trabalho, ali na rua Franklin Roosevelt, no Castelo...
O
Edifício Gustavo Capanema ou Palácio Capanema (também largamente conhecido pelo
seu uso original, o Ministério da Educação e Cultura, ou ainda como MEC) é um
edifício público localizado no centro da cidade do Rio de Janeiro, à Rua da
Imprensa, número 16.
Foto: Google
O
edifício é considerado um marco no estabelecimento da Arquitetura Moderna
Brasileira, tendo sido projetado por uma equipe composta por Lucio Costa,
Carlos Leão, Oscar Niemeyer, Affonso Eduardo Reidy, Ernani Vasconcellos e Jorge
Machado Moreira, com a consultoria do arquiteto franco-suíço Le Corbusier (imagem abaixo).
Le Corbusier
Foi
construído em um momento durante o qual o Estado intentava passar uma sensação
de modernidade ao país, o que se refletiu tanto no projeto do edifício quanto
no contexto histórico em que se insere. A construção ocorreu entre 1936 e 1945
e o edifício foi entregue em 1947.
Foto: A. Vianna (Camisas & Manias)
O projeto
procura seguir de modo bastante fiel as recomendações de Le Corbusier para o
que ele considerava uma nova arquitetura: seu bloco principal está
suspenso sobre pilotis (Imagem abaixo), possui a estrutura portante livre das paredes e
divisórias internas, e está vedado por cortinas de vidro.
Foto: Google
Foi um
dos primeiros edifícios, em todo o mundo, a fazer uso do recurso do
brise-soleil (quebra-sol) a fim de evitar a incidência direta de radição solar
em sua fachada norte.
Fachada Norte com Brise-Soleil (Quebra-Sol) nas janelas (Foto: Google)
O
edifício possui 14 andares sobre o térreo (em pilotis), o qual possui um
pé-direito monumental de mais de nove metros de altura. A implantação acontece
de forma a criar no terreno (o qual ocupa um quarteirão inteiro no centro do
Rio de Janeiro) uma praça pública que tem no pavimento térreo do edifício um
elemento de permeabilidade, ou seja, permite a passagem desimpedida de
pedestres sob o prédio. Do bloco principal projeta-se a ala do auditório, no
nível térreo e uma marquise na posição oposta, sobre a qual foi projetado o
terraço-jardim do edifício por Roberto Burle Marx.
Corbusier,
encantado com a configuração da Baía de Guanabara, propôs que tal projeto fosse
implantado junto ao mar, ao invés da localidade em que se encontrava (no centro
do Rio de Janeiro), mas tal pedido foi negado. No entanto, a influência de seu
pensamento no projeto final da equipe era nítida: verificavam-se aí enunciados
praticamente todos os princípios de modernidade que Corbusier viria a
sistematizar na Europa.
Foto: A. Vianna (Camisas & Manias)
Seu
revestimento externo é decorado por azulejos de Cândido Portinari, além de
pinturas de Alberto Guignard, Pancetti e esculturas de Bruno Giorgi, Jacques
Lipchitz e Celso Antônio Silveira de Menezes.
Agradeço sua visita... Em breve mais sobre o especial C&M no RJ