terça-feira, 21 de março de 2017

Figueirense & Adidas: Camisa III - 2017

FIGUEIRENSE - Nova "third" 2017, by Adidas

O Figueirense fez uma ação diferente para apresentar o novo uniforme nº 3 da equipe para esta 2017.

Junto com a Adidas, o clube catarinense ressaltou a luta contra a discriminação racial para exibir a nova camisa, totalmente na cor preta.

O time jogou o primeiro tempo do jogo contra o Joinville, no estádio Orlando Scarpelli, pelo Campeonato Catarinense, com a camisa nº 2, branca.


Para a segunda etapa, o clube retornou ao campo com o novo uniforme nº 3, na cor preta.

A nova vestimenta foi apresentada após a exibição de um vídeo no estádio no qual os atletas Bruno Alves e Henrique Trevisan e os ex-jogadores Genilson e Abimael mostram a camisa e chamam a atenção para o Dia Internacional pela Eliminação da Discriminação Racial, que acontece em 21 de março.


-“O novo manto do Figueirense representa uma luta pela igualdade. Não há espaço para o preconceito racial no esporte. Estamos felizes em conseguir aliar uma bela camisa com uma causa tão importante que é essa contra a discriminação racial. Esse novo uniforme certamente vai dar muito orgulho aos torcedores Alvinegros”, afirma Wilfredo Brillinger, presidente do Figueirense.

O jogo teve promoção para os torcedores. Quem foi com camisa preta ou branca adquiriu entrada por apenas R$ 10,00.


-“A adidas sempre lutou e sempre lutará contra qualquer tipo preconceito. Está luta está no nosso DNA, desde quando nosso fundador Adi Dassler forneceu as sapatilhas de corrida do americano negro Jesse Owens em plena Alemanha nazista nos Jogos de Berlim, em 1936. Atualmente temos orgulho em apoiar grandes atletas negros como Paul Pogba, James Harden, Gabriel Jesus, Tori Bowie, Yohan Blake, além de celebridades como Kanye West, Pharrel Williams e Snoop Dog”, afirmou André Xavier, gerente de produto da Adidas.

-“Portanto, quando a diretoria do Figueirense propôs lutar contra o preconceito, aceitamos com muito orgulho fazer parte da campanha, fornecendo um material de altíssima qualidade para uma causa tão importante”, acrescentou.

*** Lembrando que em fevereiro último o Figueira apresentou a camisa branca (nº 02) de uma forma mais inusitada: O ex-jogador Edmundo, que jogou no clube em 2005, desceu de helicóptero no gramado do estádio Orlando Scarpelli e depois de tirar toda indumentária técnica de voo, apresentou a nova camisa:


BLOG:

Então, né... Na onda das camisas III, esta do Figueira está politicamente correta. Sem surpresas, A Adidas usa de umas das cores do clube para tecer seu projeto. Sem contar que o preto fica muito elegante em qualquer trabalho. Mas, ao mesmo tempo, não sei... Falta "um o quê à mais" nesta camisa, e outra coisa que não gosto (isso é uma opinião minha, desde que a Adidas começou com isso...) são as listras da empresa dispostas nas laterais da camisa! Putz... Não acho bacana esteticamente. 


Olhando a camisa em ação, nas fotos do jogo contra o Joinville (acima), sinto falta de um melhor acabamento no numerário. Essa fonte escolhida fica à dever. O conjunto inteiro em preto dá um tom muito bacana, jovial e moderno. O logotipo Master se adequando ao tom de cores da camisa ficou muito bom. Bem como, a distribuição inteligente dos demais aportes, deixando a camisa "Clean"!!!

Agora, uma "palhinha" rápida da camisa 02... Sou muito fã de trabalhos simples que se tornam lindos projetos. Esta camisa ficou muito bonita, utilizando de artifícios simples.


Somente o patrocínio alocados abaixo dos ombros não colaborou com esse tom amarelo, enquanto o patrocínio master se mescla com perfeição ao template. Outra coisa importante... Nesta camisa as listras estão dispostas no local tradicional, e como esteticamente ficam bem em relação ao conjunto todo!

Isto posto, seguem dois pontos distintos:



Até a próxima pessoal...

Ponte Preta & Adidas: Camisa III - 2017

Ponte Preta lança nova camisa nº 3 em dois tons de azul


A Ponte Preta inovou e entrou em campo com uma nova cor na última rodada do Campeonato Paulista.

Em parceria com a Adidas, fornecedora de material do time, o clube apresentou nova camisa três, que tem dois tons de azul: o azul escuro predomina enquanto o tom mais claro está presente na tradicional faixa da "Macaca" e nas três listras da Adidas nos ombros.


-"Nos principais times brasileiros, a terceira camisa é sempre diferente, inova em cores ou modelos, e a Adidas nos trouxe uma camisa três que além de seguir esta regra, é muito bonita. E vale ressaltar os dizeres 'Macaca Querida' na gola, que é uma homenagem feita à nossa grande paixão'", diz Eduardo Lacerda, diretor de marketing alvinegro.


- "Um clube como a Ponte Preta merece um uniforme especial. Criar uma nova camisa para uma torcida apaixonada como a da Macaca é sempre uma satisfação e o resultado ficou incrível. Com certeza o torcedor da Ponte vai gostar", afirma Luiz Gaspar, gerente de futebol da Adidas no Brasil.


O clube também informou que renovou o contrato com a fornecedora de material esportivo até o final de 2019.


BLOG:

Realmente a terceira camisa é um trunfo que os clubes e fornecedoras podem utilizar-se para abusar e brincar com cores, layout's e elementos diversos. Através desta premissa, pode-se ousar e ir além das tradições e regras ditadas em estatutos e diretórios de certos clubes.


Aqui, isso se dá com firmeza.

As cores da macaca são o alvinegro - indiscutíveis.

Esta terceira camisa destoa do padrão do clube. Assim como a Adidas fez para outros clubes diversos, como Coritiba (camisa third também azul) e outros por aí.

Creio que o mais tradicional torcedor não vá ver com bons olhos e torcer o nariz.

Eu, particularmente, não sou muito fã de utilizar cores muito diferentes. Gosto mais de mesclar cores neutras ao layout e adicionar elementos.

Mas, também sou fã da diversidade e ousadia. 

Por isso, acredito, esta camisa também poderá ser um ícone entre parcela da torcida alvinegra.

Não há muito o que se falar de layout desta camisa, visto que utiliza a mesma arte tradicional da Ponte com advento de cores diferentes.

Grande Abraço e até breve!

segunda-feira, 20 de março de 2017

Avaí & Umbro 2017


Muito bem, pessoal ... Lá pelo final de Janeiro a Umbro (novamente ela!) fez o lançamento junto com o Leão da Ilha das suas camisas para 2017.

Aliás, o Avaí é o novo cliente da carteira do duplo diamante.


Foram elaborados projetos para as camisas titular e reserva.


A Umbro trabalhou bem, dentro do tradicional do clube, inovando no desenho da camisa titular e também, com um projeto moderno para camisa 02. Tudo isso, usando das cores do clube.


BLOG:

Confesso que sou fã do layout tradicional (listrado) da camisa titular do Avaí, mas vez ou outra também é importante variar, e esse layout diferenciado proposto pela Umbro caiu muito bem, somado à interação das cores do clube.


Uma gola moderna, etiquetas alusivas ao clube e de declaração de “paixão”, e uma manga estilo “raglan” complementam o trabalho.


A arte aplicada nos numerais também vale um elogio. Nem preciso citar os acabamentos ministrados pela Umbro.  Seria redundante.


A camisa dois é predominantemente branca, com o trabalho artístico focado nas mangas (também em estilo “raglan”) e com um layout moderno e em tons de azul.


A inserção dos patrocínios não atrapalha o resultado visual final nas camisas. E o atual cuidado da Umbro com a arte nos numerários, ficou espetacular...

sábado, 18 de março de 2017

Tô Ryca - "Pitaco" C&M


Sinopse:

Selminha (Samantha Schmütz) é uma frentista que tem a chance de deixar seus dias de pobreza para trás ao descobrir uma herança de família. Mas para conseguir colocar a mão nessa grana, ela terá que cumprir o desafio lançado por seu tio: precisa gastar R$ 30 milhões em 30 dias, sem acumular nada e nem contar para ninguém. Mas, nessa louca maratona, ela vai acabar descobrindo que tem coisas que o dinheiro não compra.


TRAILER:

AVISO do C&M: As observações e notas do blog, não são, de maneira nenhuma, o retrato ou consenso comum de opinião. É só uma simples e humilde opinião do blog, na forma de um simples bate-papo cinéfilo.

< ALERTA DE SPOILER! >

O Cinema Brasileiro nos últimos anos vem ficando cada vez mais dependente de filmes neste estilo. Comédia e a comédia satírica.

Tivemos alguns exemplos como O Político Honesto, Um Suburbano Sortudo, Até que a Sorte nos Separe, entre outros.

Para início de conversa, Tô Ryca é exatamente uma versão tupiniquim de Brewster’s Millions. Acham que não?


Vejam uma rápida sinopse:

Jogador de beisebol falido (Richard Pryor)  descobre ser o único herdeiro de uma imensa fortuna. Contudo, para recebê-la, deve gastar 30 milhões de dólares em 30 dias, sem contar nada a ninguém, o que não é tarefa fácil.


*** Inclusive no enredo (até a parte política!)


Chuva de Milhões (Brewster’s Millions) – 1985

* * *

Devidamente evidenciado isso, vamos ao nosso filme brasileiro…

Selminha, frentista em um posto de gasolina na zona sul do Rio, vive seu dia-à-dia realista: Moradora de uma comunidade carente, com dificuldades financeiras extremas, desânimo diário, desilusões e tudo mais que a maior parte do povo da classe C e D compartilha.


Aliás, o início do filme enfatiza bem essa parte, com os modos de vida de Selminha, os demais personagens e o “sofrimento” nos deslocamentos entre casa e trabalho. Tudo em companhia de sua melhor e inseparável amiga Luane.

Mas, em um determinado dia, um homem de terno preto e óculos escuros (me senti vendo MIB – Homens de Preto) chega em sua casa e insiste – até mesmo com um pouco de truculência (???) que ela o acompanhe de qualquer jeito, para um local desconhecido e sem explicar o motivo. Como Assim??? Na minha opinião, primeiro exagero do filme...


Mas tudo esclarecido e Selminha fica sabendo que está (quase) milionária, fruto de uma herança de um parente distante.

Mas há um desafio.

Para ganhar os 300 milhões, precisará gastar 30 milhões em 30 dias. Únicas regras: Não acumular e nem ter bens no seu nome, ter apenas um limite de 5% para gastar em jogos de azar ou doações, e ninguém poderá saber de absolutamente nada disso. Ao final dos trinta dias, Selminha deverá estar nas mesmas condições em que começou.


Está montado todo conteúdo do filme. A saga homérica (e porque não divertida) para gastar 30 milhões em um mês.

No momento em que estamos vendo o filme, até ficamos pensando em como cumprir esta missão... Mas depois, de cabeça fria, vemos que temos sim, várias maneiras de fazer isso. 

Mas se assim fosse não teria o motivo para a existência do filme e tampouco as mensagens (claríssimas) que quer passar.


Temos então várias passagens no enredo: A consoante moral, passando pelo golpe dos banqueiros, o conflito racional de Ulysses e Marilene, a doença de Nico e o desespero e crescente desilusão de Luane com Selminha.

No meio disso tudo, as passagens cômicas nas cenas, que até geram algumas boas risadas, como na fase política de Selminha x Falácio. O choque político e cultural entre eles é bombástico e de certa forma mostra nosso atual (e falido) momento político.


Samantha se sai muito bem como protagonista Selminha, esbarrando somente num roteiro fraco, pois nos faz assistir um filme abrupto, em que as cenas e ações são inseridas repentinamente, e sem uma explicação aparente. Ah, e claro... Temos cenas da nossa querida e saudosa Marília Pera, numa atuação bastante restrita, mas que ainda assim, nos encanta!!!