quarta-feira, 17 de maio de 2017

Batman, A Piada Mortal - "Pitaco" C&M

Saindo um pouco das pélículas convencionais, o blog vai bater um papo sobre uma animação até recente, do universo do homem-morcego:


Batman: The Killing Joke ( Batman: A Piada Mortal) conta a história de origem do Coringa, um dos maiores inimigos do Batman, que após se tornar um comediante falido se une a alguns criminosos para um grande golpe. No presente, para provar sua insanidade ele sequestra Jim Gordon e ataca brutalmente algo que o atormentara para sempre; sua filha Barbara. Batman vê a situação e terá que enfrentar mais uma vez o seu inimigo mais mortal.

Trailer:


ELENCO principal (vozes):

Kevin Conroy como Bruce Wayne/Batman
Mark Hamill como Coringa
Tara Strong como Barbara Gordon/Batgirl
Ray Wise como Comissário Jim Gordon

Mark Hamill empresta sua voz ao Coringa, como já o tinha feito outras vezes

* * *
BLOG:

Este anime é uma adaptação de uma HQ original, que é curta e para que pudesse ser enquadrado como um longa para exibição nas telonas, incluíram partes inéditas.



Com cerca de 70 minutos de duração, seu início é meio parado, meio modorrento e a história é toda centrada no conflito existente entre Batgirl e Batman, onde a primeira quer mais espaço e liberdade de ações, que são duramente retidas pelo homem-morcego, até de uma forma bastante arrogante.


Mas, de forma comedida, a heroína vai cedendo e se mantendo dentro dos padrões desejáveis por Batman, até o momento do clímax quando rola o sentimento, e os dois se entregam à paixão em um dos telhados de Gotham - por puro ímpeto dela, diga-se passagem.


Muito bem, após a sequência "quente" acima, chegamos meio que no meio termo do filme. Como o morcegão não permite uma aproximação amorosa e reprime de forma fria as investidas e perguntas posteriores de Batgirl sobre a situação deles, rola uma desilusão por parte dela. 


Agora, com a maior presença do Coringa no filme, há uma injeção de ação, loucura e combate psicológico.


A sequência da prisão, onde descobrimos que o Coringa está nas ruas é muito inteligente, com a inerente mudez por parte do "joker".

Mas o maior mérito deste anime é revelar na maneira histórica e em flashbacks a forma como o vilão se tornou o mais perigoso e desequilibrado inimigo do morcego.

O legal foi mostrar que o Coringa era uma pessoa comum, sonhadora e que possuía família. Ou seja, um homem normal, que por causa do destino rude com falta de perspectivas, ganhos e desilusões, foi obrigado à ceder e tentar desesperadamente ganhar dinheiro. Afinal de contas seria pai e teria que suplantar a enorme culpa em não poder sustentá-las.  Mostra como numa incrível coincidência de fatos, até o desfecho clássico do contato com produtos tóxicos, e a morte da esposa grávida, sua mente foi transformada.


Entretanto, Piada Mortal tem mais um elemento positivo: Não procura ocultar e nem disfarçar o conteúdo violento contido no enredo. Muito sangue, contusões, mortes e o ponto extremo: O sequestro de Gordon, onde Bárbara e é atingida pelo Coringa com um tiro e... é... Tem mais.



Daí até o final, temos uma tentativa insana de enlouquecer o Comissário – coisa que o Coringa é mestre – com sequências bem interessantes e personagens bizarros em um parque de diversões, e um Batman ensandecido, buscando salvar Gordon e pegar o Coringa a qualquer custo!


O final icônico e controverso é mantido no filme tal qual na HQ. Fica a cargo do espectador imaginar e tirar conclusões do que realmente houve. Mas, muito embora, em cenas atrás, umas pistas são fornecidas - e até mesmo, na própria cena, ouso dizer, há uma pista bem sucinta do que aconteceu.


Obrigado por sua visita... Tchau!

Santa Cruz & Cobra Coral 2017


O torcedor do Santa Cruz que passou em frente à sede do clube, na manhã desta sexta-feira, 12 de maio de 2017, não percebeu nada de diferente acontecendo.

O time, inclusive, já estava em Criciúma, para a estréia na Série B, no sábado à tarde.

A sede vivia sua rotina normal de frequentadores do parque aquático, programa de sócios, visitas de torcedores para tirar fotos.

Mas no auditório do Conselho, uma pequena revolução, gestada de forma sigilosa, era apresentada à Imprensa: A nova camisa coral.


Sem o glamour das grandes festas, sem modelos contratados, coube a cinco torcedores – Tiago Tavares, Carian Pinheiro, Alexsandra Alves e Glédson Ricca, acompanhados do goleiro Miller, vestir pela primeira vez o novo manto coral.



Ah, mas havia uma novidade!

É que a camisa coral, a partir de agora, pertence ao Santa Cruz Futebol Clube. A marca, Cobra Coral, é composta de uma cobra estilizada em movimento, que forma o símbolo do infinito, fazendo lembrar uma frase profética de Alexandre Carvalho, naquele distante 03 de fevereiro de 1914 – “O Santa Cruz nasceu e viverá eternamente”.


Ao invés de receber um percentual da fabricante, a cada camisa vendida (modelo que domina grande parte do futebol nacional), o clube deu um passo adiante. Firmou contrato com a indústria cearense Bomache, que já fabrica as camisas do Paysandu e Fortaleza, e que passou a fabricar as camisas corais, com material de padrão internacional.


A lógica tradicional é virada pelo avesso. Ao invés de receber um percentual por cada camisa vendida, o Santa encomenda produtos, paga pela fabricação e passa a vender sua própria camisa.

“Após dois anos e cinco meses, poderemos ver o potencial de nossa marca própria”, observou Alírio.

A exemplo do que acontece com outros clubes do futebol brasileiro, o Santa não dependerá de nenhum fornecedor de material esportivo para criar, produzir e comercializar seus próprios uniformes oficiais, enxoval da comissão técnica, camisas de treino e vários modelos para sua imensa e apaixonada torcida.

“É mais um legado que essa gestão vai deixar para o clube. Além de um modelo de negócios para o clube, as receitas com as vendas das camisas podem nos permitir chegar ao final do ano com o equilíbrio financeiro”, lembrou o presidente.


Na loja coral...


A torcida vai encontrar três linhas de produtos da marca Cobra Coral:

A linha Profissional, que é a usada pelo time nas partidas oficiais. É produzida em tecido DrySpandex e disponibilizada para o público ao preço de R$ 219,90 (modelo masculino e modelo feminino).Os 200 primeiros compradores tiveram o direito de colocar, gratuitamente, o número em sua camisa.


Numa faixa intermediária, a linha Torcida possui design absolutamente igual ao dos uniformes de jogo, mas será fabricada em tecido poliéster microfilamentado com tratamento Dry. Custa R$ 199,00 (masculino) e R$ 179,90 (feminino).


Já a linha Fan, é considerada a linha “popular”, pois terá design similar ao uniforme de jogo. Fabricada em poliéster básico, seu preço será de R$ 99,90 (masculino e feminino). Serão comercializadas camisas masculinas e femininas dos tamanhos P até o 4G, além de uma linha infantil composta por um kit de uniforme completo.


Em todas as compras, os sócios têm 10% de desconto.

Um detalhe marcou o início das vendas. Como a remessa do modelo feminino atrasou, a diretoria achou por bem adiar o início das vendas, em respeito às torcedoras corais, que não se sentiam contempladas em suas demandas de produtos femininos, nos últimos lançamentos.


As vendas das novas camisas Cobra Coral começaram no último sábado (13), na Loja Cobra Coral, tanto na unidade do Arruda, assim como no Shopping Tacaruna.

Estréia oficial ...

O Santa Cruz utilizou o novo uniforme ontem (16) à noite  contra o Náutico no Arruda.


Para a sequência da Série B, a numeração do time passará a ser fixa.

Fontes:



BLOG:

"Algumas vezes o quietinho, no estilo mineirinho, é o que sai ganhando no final"

Desculpem o pequenino clichê. Mas não aguentei.

Sem alvoroço, num evento bem contido, creio que o Santa está indo por um caminho que está se tornando interessante e bastante moderno entre os clubes: Trabalhar com vestuário na forma de marca própria. Bem... Isso tem um fundo administrativo e financeiro ao qual o blog não é direcionado. No próprio texto acima, há uma certa explicação dos motivos e fins... Por isso, meu comentário sobre este assunto finda aqui.

Vamos falar das camisas propriamente ditas.


A camisa titular segue o padrão de desenho do clube. Isso é fato, e com as cores que a Coral possui, na minha opinião, é tradição e coincidentemente ou não, o mais harmônico.



A camisa ficou bastante "clean", bonita, utilização de tecidos em diferentes consistências, um cuidado nas finalizações - Notem o cuidado na costura da junção dos tecidos das mangas com o corpo da peça - e com a adição dos acabamentos, como o escudo com borda em dourado e a aplicação do selo com o nome do clube, escudo, data e o dizer "O mais querido", todos estilizados no interior da camisa abaixo do colarinho... Simples: Show!


Uma aplicação em baixo relevo com o nome do clube na barra da camisa e o selo de autenticidade fecham os lindíssimos acabamentos. 


O numerário é simples, mas bastante prático e visualmente bacana.




A camisa II também mantém o padrão histórico do clube, com as faixas horizontais alocadas um pouco mais para cima, na altura do peito, com os mesmos acabamentos dispostos na camisa titular, com um trabalho diferenciado nas barras das mangas.

Um Grande Abraço à todos!!!