segunda-feira, 19 de março de 2018

Star Trek - Enterprise

Na condição de ardoroso fã da série Star Trek, não poderia deixar de citar aqui no blog minhas humildes considerações sobre a saga "Enterprise"; que juntamente com "Voyager", são as minhas preferidas. Óbvio que a série original é épica, e como tal, a considero "Hors Concours"...



Enterprise é uma série americana de ficção científica criada por Brannon Braga e Rick Berman que se passa no universo ficcional de Star Trek, criado por Gene Roddenberry na década de 1960.

Foi renomeada Star Trek: Enterprise à partir da 3ª Temporada.

A série segue as aventuras da primeira nave de dobra 5 da humanidade, a Enterprise, dez anos antes da criação da Federação Unida dos Planetas.

Enterprise estreou em 26 de setembro de 2001.

O episódio piloto, "Broken Bow", se passa no ano de 2151, entre os eventos do século XXI mostrados em Star Trek: First Contact e a série original de Star Trek.

A baixa audiência - principalmente após a 3ª temporada -  fez a UPN cancelar Star Trek: Enterprise em 2 de fevereiro de 2005, porém a emissora permitiu a série completar sua quarta temporada.


Gene Roddenberry

O episódio final, "These Are the Voyages...", foi ao ar em 13 de maio de 2005.

Depois de uma exibição de 98 episódios, foi a primeira série de Star Trek depois da original a ser cancelada pela emissora ao invés de ser encerrada por seus produtores. Também foi a última série em 18 anos ininterruptos de novos episódios de Star Trek começando com Star Trek: The Next Generation em 1987.

Temporadas 1 e 2:


As duas primeiras temporadas de Enterprise mostram a exploração interestelar por uma tripulação de uma nave da Terra capaz de ir mais longe e mais rápido do que qualquer outro humano jamais foi, devido a quebra da barreira da Dobra 5.


A tripulação enfrenta situações familiares a fãs de Star Trek.

Enterprise mostra a origem de alguns conceitos que se tornaram muito importantes na história do universo de Star Trek, como as pesquisas do Tenente Reed sobre o desenvolvimento de campos de força e as questões levantadas pelo Capitão Archer sobre a interferência cultural, algo que seria transformado na Primeira Diretriz.

NX-01 Enterprise

Um evento recorrente é a Guerra Fria Temporal, onde uma misteriosa entidade do século XXVII usa os cabal, um grupo de sulibans geneticamente modificados, para manipular a linha do tempo e mudar eventos passados, algumas vezes sabotando a Enterprise e algumas vezes a salvando, os motivos da entidade são desconhecidos. O Agente Daniels, um agente temporal do século XXXI, visita o Capitão Archer ocasionalmente para ajudá-lo a combater os sulibans e consertar os danos à linha do tempo.

Atores e personagens principais:

Nos últimos 90 anos desde Star Trek: First Contact, os vulcanos foram os tutores da humanidade para levá-los, em sua visão, ao caminho apropriado da civilização, muitas vezes retardando o desenvolvimento do conhecimento científico para tenter manter os humanos perto de casa, acreditando que eles são muito irracionais e emotivos para funcionaram em uma comunidade interestelar. Quando a Enterprise zarpa, os vulcanos estão sempre por perto. Isso gera alguns conflitos, em vários episódios Archer e a tripulação reclamam dos métodos dos vulcanos em checá-los.



Com o famoso tema de abertura: "Where My Heart Will Take Me"
Autoria de Diane Warren

Temporada 3:


A terceira temporada viu a mudança do título da série para Star Trek: Enterprise, junto com uma nova versão do tema de abertura. Teve a introdução dos xindi, um inimigo determinado em aniquilar a humanidade através de uma arma que destrói planetas.

A terceira temporada segue um único arco de história, começando com o último episódio da segunda temporada, "The Expanse", onde uma misteriosa sonda faz um rasgo na superfície da Terra indo da Florida até a Venezuela, matando 7 milhões de pessoas.



A Enterprise é chamada para a doca terrestre para ser transformada em uma nave de guerra, com armas mais poderosas e o grupo de elite chamado de M.A.C.O.

A nave viaja por uma área chamada de "Expansão Delphic" para achar o planeta natal dos xindi e impedir um novo ataque a Terra.

A tripulação descobre em "Azati Prime" que os Construtores de Esferas, uma espécie transdimencional, possuem a tecnologia que os permite examinar linhas do tempo alternativas. Os Construtores de Esferas sabem que no século XXVI a frota da Federação, liderada pela Enterprise-J, vai atacá-los e derrotá-los.

Eles querem que os xindi destruam a Terra na esperança que isso pudesse deter a formação da Federação. Entretanto, no final da temporada, "Zero Hour", eles conseguem derrotar os Construtores de Esferas e destruir a arma xindi. Eles também conseguem retornar da Expansão para o espaço normal.

A temporada termina com a Enterprise sendo misteriosamente transportada para a II Guerra Mundial. Algo que é resolvido em "Strom Front", partes I e II.
Temporada 4 (Última):
A temporada estreou em 8 de outubro de 2005, com o episódio "Strom Front" e no dia 15 com sua segunda parte, "Storm Front, Part II".

Os episódios encerram o arco da Guerra Fria Temporal, que se mostrou impopular entre os espectadores nas suas primeiras temporadas.



O arco dos xindi foi encerrado no terceiro episódio, "Home", que lidava com as ações questionáveis do Capitão Archer na missão da Expansão. O tema geral da temporada voltou a ser o foco no conceito de prequela da série, com muitos episódios fazendo referência aos temas, conceitos e personagens de séries anteriores.

A quarta temporada viu Brent Spiner (Data de Star Trek: The Next Generation) como o cientista Dr. Arik Soong, ancestral de Noonien Soong, criador de Data, em um arco de três episódios onde no final Soong abandona seu conceito de melhorar o homem para trabalhar na criação de formas de vida artificiais, uma alusão a criação de Data.



Os episódios de Soong, mais tarde, criaram o arco onde os klingons tentam melhorar sua espécie através das pesquisas de Soong. Isso dá uma explicação do porque os klingons da série original possuem testas lisas e um visual mais parecido com os humanos do que nas outras séries.



A temporada também lidou com as discrepâncias entre os vulcanos da série original e aqueles mostrados em Star Trek: Enterprise. No arco da Guerra Civil Vulcana, a subversão romulana no Alto Comando Vulcano leva a uma divisão de um grupo de vulcanos que se opõe as ações do Alto Comando, acreditando que elas vão contra os ensinamentos de Surak. Após esse arco, os vulcanos passam por transformações culturais que os levam a serem os vulcanos da séries anteriores.

Houve também um episódio em duas partes, "In a Mirror, Darkly", se passando totalmente no Universo Espelho, popular desde a série original com o episódio "Mirror, Mirror".


I.S.S. Enterprise - Na sua versão "mirror"

Os episódios mostram uma tripulação da Enterprise quase bárbara tentando recuperar uma nave do universo principal de Star Trek, a USS Defiant, vista no episódio "The Tholian Web".



Os romulanos também tiveram problemas. Em uma conferência diplomática no planeta Babel, os romulanos usam naves com emissores holográficos para criar problemas entre os andorianos e os telaritas. Isso coloca as duas espécies a beira de guerra e, quando é descoberto que eles eram romulanos, Archer cria uma aliança, similar com a Federação, com os vulcanos. O arco de três partes teve as piores audiências de toda a série, levando a UPN cancelar a série em 2 de fevereiro de 2005.



O cancelamento da série foi anunciado antes do último episódio ser escrito, permitindo que os roteiristas criassem um final para a série: O episódio final, "These Are the Voyages...", foi ao ar em 13 de maio de 2005 e foi um dos mais criticados episódios da história da franquia de Star Trek. A crítica se focou na premissa que essencialmente reduziu o episódio a uma aventura de holodeck da The Next Generation. O episódio contou com a presença de Jonathan Frakes e Marina Sirtis como seus personagens William T. Riker e Deanna Troi. Desconsiderando os onze anos de envelhecimento óbvio, o episódio se passa durante os eventos do episódio "The Pegasus", de TNG. 




"pitaco" do BLOG:

Fazia muito tempo que eu "namorava" a série pela Netflix e sempre tentava vê-la; acompanhar com tenacidade. Demorou, mas quando iniciei, foi amor cinéfilo que perdurou até o fim da segunda temporada...

Acompanhar os passos do capitão Archer e seus comandados na novinha em folha nave da Terra Enterprise nos confins do espaço se mostrou terrivelmente delicioso. No início, temos certa "raiva" do jeito chato e "irritantemente" vulcano de T'pol, da morosidade do tenente Reed, e uma certa dúvida do doutor Phlox - com aquele sorriso esquisito...



Mas não podemos deixar de notar um certo status de "certinho" e sempre otimista do capitão Archer. Mesmo diante dos perigos mais mortais e iminentes, ele sempre está lá; calmo, impávido, e certo de que algo bom ocorrerá e tudo será salvo. 

Mas para os fã da série (Eu não sou um trekker, ok... Nada contra, mas não sou!) as duas primeiras temporadas são exuberantes e perfeitas! Os episódios estão focados no que a vertente da franquia difere de outras franquias similares: a separação bélica da científica. Sim! "Tiro, porrada e bomba" deixem para Star Wars e Galáctica, entre outras!... Star Trek vem preencher aquela coisa bacana da descoberta, interação entre espécies. 



Mas... - Sempre tem essa bosta! - Mas... Decidem inserir a tal "Guerra Temporal" que acaba com tudo. Destrói todo o encanto! E justo quando as tramas e personagens principais começavam à ser ajustar; como a T'pol que foi mudando claramente entre um episódio e outro, Phlox ficando mais sério e mais envolvido com a trama, bem como o mesmo ocorrendo com Reed, Tucker, Sato e Travis!


O casamento de T'pol abordando uma trama pessoal da série. note-se  cmandante Tucker (já apaixonado) ao fundo, observando...

Daí em diante, f****eu a série, com os episódios entrando num redemoinho de morosidade, chegando a cansar mesmo. A terceira temporada, só teve uma coisa legal: A inserção dos M.A.C.O.S. que na minha opinião, foi uma sacada de gênio para dar uma "liga" à série. E até mesmo para a franquia como um todo! Afinal, não sejamos hipócritas, em um Universo tão vasto, será que a Enterprise só iria encontrar espécies boas? E, para isso, toda nave precisa de uma vertente bélica. Sinceramente, achei de uma idéia brilhante!

Eis, abaixo, episódios que o C&M mais apreciou...:

1.5 - "Unexpected"
Quando Tucker ajuda uma nave alienígena com reparos, um encontro "amistoso" com uma dos tripulantes leva a consequências inesperadas.

1.7 - "The Andorian Incident"
A Enterprise visita um monastério vulcano, descobrindo que ele foi tomado por andorianos.

1.9 - "Civilization"
A Enterprise encontra um planeta habitado parecido com a Terra, onde alguns de seus habitantes estão sofrendo de uma misteriosa doença.

1.16 - "Shuttlepod One"
Enquanto investigam um campo de asteróides, Tucker e Reed são convencidos de que a Enterprise foi destruída e tentam enfrentar a certeza de suas mortes.

2.2 - "Carbon Creek"
T'Pol conta à Archer e Tucker a história de sua tataravó e dois outros Vulcanos que caíram em uma pequena cidade da Pensilvânia em 1957.

2.4 - "Dead Stop"
A Enterprise aporta em uma estranha e automática estação espacial de reparos.

2.8 - "The Communicator"
Durante a investigação de um planeta "pré-dobra", Reed acidentalmente deixa seu comunicador para trás. Quando ele volta com Archer para recuperar o aparelho, eles são capturados por soldados e acusados de serem espiões do inimigo.

2.10 - "Vanishing Point"
Depois de sua primeira experiência com o transporte, uma estranha série de eventos misteriosos faz Hoshi achar que está invisível para o resto da tripulação. 

2.22 - "Cogenitor"
A Enterprise encontra os "vissianos", uma espécie que possui o terceiro gênero dos "cogenitores", que são tratados como cidadãos de segunda classe.

3.6 - "Exile"

Hoshi é contatada por um misterioso telepata, que oferece ajuda à Enterprise em sua missão por um preço.

3.8 - "Twilight"

O efeito da Expansão Délfica deixa Archer incapaz de formar novas memórias. Doze anos depois, ele acorda em uma manhã e fica atordoado ao saber do resultado do conflito entre os humanos e os xindi, incluindo a destruição da Terra e a quase aniquilação da espécie humana.

3.10 - "Similitude"

Durante tentes de motor, Trip é ferido gravemente e fica em coma na enfermaria. Phlox sugere que a única esperança de Trip é a criação de um "simbionte mimético"— um clone.


3.11 - "Carpenter Street"
Archer e T'Pol viajam de volta no tempo para deter "repitilianos xindis" em uma Detroit do século XXI.


3.16 - "Doctor's Orders"
Para atravessar uma grande região do espaço com anomalias subespaciais em segurança, Phlox deve colocar o resto da tripulação em êstase e sozinho pilotar a Enterprise.

4.10 - "Daedalus"
O inventor do transporte vem à bordo da Enterprise para um experimento, que não tem intenções tão claras assim...


4.18 e 4.19 - "In a Mirror, Darkly" e "In a Mirror, Darkly - Part II"
No "Universo Espelho", o Comandante Archer se amotina contra o Capitão Forrest para poder capturar uma nave do futuro (USS Defiant) no espaço toliano.


Cena do episódio "In a mirror, darkly - Part II"

Ainda, no "Universo Espelho", a destruição da Enterprise deixa a tripulação presa à bordo da USS Defiant, uma nave de um universo paralelo onde um corpo governamental chamado "Federação Unida dos Planetas" reina, inspirando T'Pol a falar contra a tirania do Império da Terra.



Ressalto que as temporadas 1 e 2 foram as mais coesas e atrativas, com roteiros bacanas e histórias com o "sangue" Star Trek. Ainda assim, alguns episódios contidos nas temporadas fatais (3/4) ainda se mostraram bastante eloquentes e fortes, como visto na relação acima. Um dos mais marcantes, foi "Similitude", pela ótima inspiração e transição roteirística. 



Infelizmente, em determinado momento não foi possível aos produtores manter a série no ar...


Em sua terceira temporada, a audiência da série apenas caía e a ameaça de cancelamento pairava perigosamente sobre Star Trek: Enterprise. Isso, junto com o fracasso de bilheteria de Star Trek Nemesis (2002), lançou uma desconfiança geral em torno da franquia Star Trek.

Apesar de ter sido veiculado que esse era o final da franquia Star Trek, o cancelamento de Star Trek: Enterprise foi seguido de um anuncio da Paramount que eles estavam iniciando a pré-produção do décimo primeiro filme da franquia.

Depois de um começo falso envolvendo Rick Berman com um filme que se passaria depois de Enterprise e antes da série clássica, a Paramount recrutou um novo time de roteiristas e produtores, que no final levou ao lançamento de Star Trek, em maio de 2009. 



Bônus ...:

Vamos falar um pouco de como foi o conturbado e polêmico episódio final de Star Trek: enterprise, "These Are the Voyages...":


Tentado receber alguma ajuda antes de tomar uma decisão pessoal difícil, o Comandante William T. Riker da Enterprise-D observa uma simulação de holodeque da última missão da primeira Enterprise nos dias que precederam o nascimento da Federação, dois séculos antes.

Archer fala com o agonizante Tucker enquanto Phlox tenta salvar sua vida

A morte do personagem foi considerada por críticos e pelo próprio ator Connor Trinneer como forçada e desnecessária.

"These Are the Voyages..." é uma narrativa contada do futuro. Os eventos do século XXII de Star Trek: Enterprise são mostrados através de uma recriação de holodeque durante o episódio "The Pegasus", de Star Trek: The Next Generation.


No século XXIV, o Comandante William T. Riker observa os eventos em volta da criação da Federação Unida dos Planetas, esperando que os eventos do passado o ajudem a tomar uma importante decisão.

Cronologicamente, os eventos do século XXII de "These Are the Voyages..." se passam seis anos após o episódio anterior, "Terra Prime".

Em 2161, a nave estelar Enterprise e sua tripulação retornam à Terra na véspera da assinatura da carta régia da Federação. Depois de dez anos de serviço, a Enterprise será aposentada. O Capitão Jonathan Archer discute o discurso que ele vai dar para os representantes reunidos.

A Enterprise é contatada por Shran, um andoriano que Archer acreditava estar morto. A filha de Shran foi sequestrada por desonestos parceiros de negócios, e Shran pede a ajuda de Archer para resgatá-la. Archer decide ajudá-lo, apesar de T'Pol avisá-lo que eles podem se atrasar para a cerimonia.


Enquanto a tripulação da Enterprise surpreende os inimigos de Shran e resgatam sua filha, os associados de negócios rastream a Enterprise e a invadem na viagem de volta. Para salvar a vida de Archer, o engenheiro Tucker se oferece para ajudar os intrusos, porém sabota os equipamentos. O resultado é uma explosão que permite a fuga da Enterprise, mas fere mortalmente Tucker.

Archer é perturbado por ter de escrever um discurso sobre como suas explorações valeram a pena, apesar da morte de seu amigo, porém T'Pol garante que Tucker teria considerado que elas valeram a pena.


Na Terra, Archer entra no grande salão para dar o seu discurso enquanto Riker encerra a simulação, agora seguro sobre o que fazer.


A tomada final é uma montagem das naves estelares Enterprise enquanto os Capitães Picard, Kirk e Archer recitam o monólogo "Onde nenhum homem jamais esteve".

BLOG:

Ora, se "Enterprise" não tivesse precocemente sofrido com o cancelamento, e seguisse a linha científica e exploratória da franquia, certamente ia figurar como uma das preferidas dos amantes de filmes e séries.


Mas a sua "militarização", a inserção de temas monótonos e confusos ao público como a "Guerra temporal" e algumas escorregadinhas em certos episódios custaram caro.

Ah, em tempo: A idéia de tentar repetir a sensualização no uniforme de T'pol com o famoso uniforme "colado" de Sete de Nove (Voyager) - atuação de Jeri Ryan, aparentemente, não deu certo... - ficou "forçado" e muito "na cara"...

Fazendo uma comparação á grosso modo com a atual história da franquia ST, "Discovery": Creio que pelos comentários, opiniões e diversos tópicos pela rede, a situação poderá se repetir. Ao que tudo indica, o rumo que "Discovery" está tomando não está agradando. Talvez ainda não tenham verificado que Star Trek precisa se enveredar por meios não militares ou bélicos - sem exagero, uma "pitadinha" com a participação de M.A.C.O.S. vez ou outra seria espetacular - mas com centralizações em temas mais exploratórios e científicos.



O amigo aqui do blog que vos escreve, começou à assistir, e sinceramente, deteve-se no "1.9 - Into the forest I go"... e estou tentando retomar a vontade de assistir o resto da temporada. ... Bem, mas isso... Será um outro post... Bem mais para frente...


OBRIGADO por sua VISITA e até a próxima!!!

quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

Rumo ao Paraná Bowl X!!!

Olá, pessoal... Tudo bem?

E fevereiro foi-se... Rápido não?!?! Desculpem minha ausência prolongada aqui no Camisas & Manias, mas o tempo para comigo tem sido muito "ferrenho"...

Mas, aqui estou! E o assunto de hoje é: O retorno da BOLA OVAL.


Teve início no último dia 24/02 o campeonato paranaense de futebol americano, que terá seu clímax no Paraná Bowl X em junho.

Com modelo de disputa simples, mas com recorde de equipes participantes (12), a competição promete ser muito eletrizante. Sem contar o que repetimos todo ano: o esporte está ganhando cada vez mais adeptos em todo Brasil.

Veja agora, resumidamente, como será a disputa deste campeonato 2018:

  • As equipes foram divididas em 3 divisões, com 4 (quatro) times em cada.
  • Após os enfrentamentos no período regular (Fev/Mar e abril), teremos os Playoffs com definições de equipes que se enfrentarão nas semi-finais e na grande Final. 
  • Haverá ainda, o Pinhão Bowl, inserido no calendário.

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Como dito mais lá em cima no post, nos dias 05, 06, 19 e 20 de maio rolam os jogos de playoffs e semi-finais; com o Pinhão Bowl acontecendo no dia 09 de junho e a grande final - Paraná Bowl X -  no dia 10 de junho.

Para os amantes do esporte é uma excelente pedida!

Nos locais dos jogos, o ambiente é tranquilo, e muito seguro. Não há nenhum tipo de problema com relação à rivalidades, brigas de torcidas, nada! Pode-se levar a família tranquilamente para desfrutar de uma agradável manhã ou tarde, onde, inclusive na maioria dos eventos, há a presença de foods trucks e outras atrações.

Deixo também links bacanas para visitação:



Obrigado pela visita, e até a próxima!!!

terça-feira, 16 de janeiro de 2018

Rapidinhas 160118

Oi, gente!!!

16012018

Passadinha rápida para comentar sobre algumas novidades no mundo das camisas para 2018...

CRB - 2018

O Clube de Regatas Brasil lançou em noite festiva na semana passada (11), na casa de show Maikai, sua nova linha de uniformes para a temporada 2018:


Foram apresentados aos torcedores presentes os três modelos de jogo, as camisas de concentração da comissão técnica e dos jogadores, assim como as camisetas de treino e do goleiro...


BLOG ... : Por conta do forte estatuto do clube, principalmente no tocante as camisas I e II não temos muita alteração nestas, mas a camisa III ficou muito bacana, com a combinação dos tons de vermelho e o efeito degradê no fronte inferior. As camisas de goleiro e treino ficaram lindas também. 
NOTA 9,5 para toda coleção!!!


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SANTO ANDRÉ - 2018


BLOG ... : Simples, mas com propriedade. Sólido trabalho da Kanxa, usando listras finas - que tornam o design elegante e o degradê nas mangas. Legal...
NOTA 9,0

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VOLTA REDONDA - 2018


BLOG ... : Belo trabalho da Icone. Um layout moderno, atual e bastante agradável visualmente, valorizando muito essa mescla de cores do Voltaço!!! E ao que tudo indica, o acabamento está impecável.
NOTA 9,0

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FERROVIÁRIA - 2018


BLOG ... : A Lupo é muito "certinha" em seus trabalhos. Não é uma crítica. Pelo Contrário: Na maioria das vezes, dá super certo. O diferencial aqui, foram as inserções dos elementos na camisa que remetem justamente à idéia: A diagramação de "piso de metal" - muito utilizado em chão de trens e ônibus e o desenhos das "porcas", mesclando-se As cores do clube, resultando num trabalho muito bonito!
NOTA 9,5

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Bônus:

O Rio Branco Esporte Clube (Americana-SP) terá uniformes feitos pela Dubal Esportes (situada em Limeira) em substituição à Kickball.

O desenho dos uniformes já foi divulgado:


BLOG ... : O projeto pelo desenho mostra uma idéia bem bacana e seguindo a tendência atual de usar grafismos e degradês... Falta ver "ao vivo"...

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Pessoal, como disse, foi um bate-papo rápido sobre algumas novidades que rolaram por esses dias... Obrigado pela companhia aqui no blog e até a próxima!!!

domingo, 14 de janeiro de 2018

BRIGHT


Bright é um filme americano de 2017, gênero policial, com ação e fantasia dirigido por David Ayer e escrito por Max Landis.

O filme mostra Will Smith como um policial de Los Angeles que se junta com outro policial de gênero "Orc" (interpretado por Joel Edgerton) em um mundo de criaturas humanas e míticas.



O filme também conta com participações de Noomi Rapace, Lucy Fry, Édgar Ramíreze, Ike Barinholtz, e foi lançado em em caráter mundial e exclusivo pela Netflix em 22 de dezembro de 2017.

> Sinopse

Em um presente completamente alternativo onde humanos e criaturas fantásticas como orcs, fadas, elfos, centauros, entre outros coexistiem desde o início dos tempos, o oficial Daryl Ward (Will Smith) e o Orc Nick Jakoby (Joel Edgerton) embarcam em uma noite de patrulha de rotina e acabam por descobrir um artefato antigo e poderoso: uma varinha mágica capaz de alterar o futuro e seu mundo tal como o conhecem.


AVISO do C&M: As observações e notas do blog, não são, de maneira nenhuma, o retrato ou consenso comum de opinião. É só uma simples e humilde opinião do blog, na forma de um simplório bate-papo cinéfilo.

< ALERTA DE SPOILER! >

Antes de mais nada, alguns apontamentos são necessários...


1 - Reservadas as distintas diferenças, esse filme lembrou-me imediatamente "Missão Alien" (Alien Nation-1988), Lembram? ... Onde: Uma nave com aliens, escravos rebelados de outra raça alien, foge para a terra e 300.000 visitantes começam a se integrar em todas as atividades humanas, inclusive a polícia. A ação se passa em uma Los Angeles do futuro onde um detetive da polícia, que teve seu parceiro morto por uma gangue de aliens, começa a investigar o crime tendo por parceiro o primeiro alien a se tornar policial.

 - Missão Alien - 

Como eu citei, devemos resguardar comparações, pois no caso de Bright, fica explícito que os seres mitológicos e fantásticos já estavam vivendo entre nós há milênios,e no caso de Missão Alien, os alienígenas chegaram depois de um tempo. Ah, e lógico: São abordagens totalmente diferentes.


2 - Outra curiosidade: seria coincidência, ou alguns filmes de Will Smith tem que se iniciar com alguma trama envolvendo um acidente ou fatalidade com ele? No início de Bright, vemos que Will/Ward está retornando ao trabalho, depois que foi alvejado durante um dia de serviço usual, enquanto seu parceiro Jakoby estava comprando hot-dogs (motivo das brigas e discussões entre eles, em boa parte do filme)... Lembram do fundo de pano de "Eu, Robô?"...

O filme é ambientado numa Los Angeles bem conturbada, com essa miscelânea de seres, raças e culturas. A violência é apresentada de modo bem vibrante, e as piadas são inseridas em momentos certos, causando assim um bom impacto de continuidade. 

 - Na boa... O Jakoby ficou igual ao Drax de Guardiões da Galáxia... -

Entretanto, depois de um início muito bom, o filme vai se deixando levar por um roteiro previsível, e uma história policial usual, que, apesar de ter como inspiração uma "varinha" mágica que pode tornar tudo catastrófico na sociedade, e um aprofundamento de culturas raciais, preconceito e diferenças sociais extremas (como no caso do bairro classe alta dos elfos), acaba se tornando um "mais do mesmo", que temos em muitos filmes policiais do gênero.


O tema do preconceito tem um foco muito grande em Jakoby, por ser o primeiro "Orc" no Departamento de Polícia de Los Angeles, onde é visto com desconfiança pelos próprios colegas de farda, sobretudo após o acidente com Ward.


O próprio Ward tem seu momento de "teste" ao escolher o que fazer, quando os vários policiais se deixam dominar pelo poder corruptível da "varinha" e tentam mata-los. Várias passagens assim, são vistas no filme, justamente para divulgar idéias e mensagens. 

Como sempre, ante filmes assim, os humanos sempre são a raça mais "ferrada" entre todas. A prova disso é a tênue oposição que vemos nas cenas de ações ou tiros. A facção de elfos liderada pela violenta Leilah (Noomi Rapace) que está tentando tomar posse da varinha, causa estragos fenomenais em bandidos, gangues e praticamente massacra policiais no caminho. Chega à ser surreal.


E acabamos assim. 2/3 do filme mostram Ward e Jacoby correndo por Los Angeles, junto com uma elfo (Tikka/Lucy fry) que se voltou contra a facção e tenta à qualquer custo manter a varinha fora das mãos destes. Jogo de "Gato e Rato". O tema central que dá nome ao próprio filme (Bright) não foi tão evoluído e nem tão abordado. Afinal, "Bright" é o termo dado as pessoas que conseguem administrar uma varinha mágica sem, digamos... explodir. Podendo ser até mesmo um humano, e olha a coincidência: Ward acaba se revelando um brigth... Mas como disse, o tema não é fortemente abordado.


Enfim, Bright é um filme que precisava mostrar "mais um pouco". Quando acabou, sinceramente, restou-me aquele sentimento de: - "É só isso?!?! Ah, faltou algo à mais..."

Lembrando que nos escalões mais altos, FBI - diga-se, temos seres mitológicos em suas fileiras.  Kandomere (Édgar Ramírez) é um agente da divisão mágica do FBI:


Não sei, mas na minha opinião, com uma idéia tão ampla, o filme poderia ter direcionado sua história para algo mais factível na vida de uma sociedade tão miscigenada. Creio que a história em si, e o aproveitamento de roteiro, diálogo e desenvolvimento poderiam ser mais ricos, e não acabar no esquete de um filme policial normal, com direito à cena final de condecoração e tudo mais...


Eu, sinceramente, esperava mais do filme. A trilha sonora é bem legal e bastante condizente com o filme e cenas:


Obrigado, pessoal.  Valeu a Visita!!!

Até a próxima!!!