segunda-feira, 9 de abril de 2018

ChiPs - O Filme (2017)


Os patrulheiros rodoviários Jon Baker (Dax Shepard) e Frank Poncherello (Michael Peña) têm uma missão: capturar uma gangue de assaltantes de carros exóticos que vem aterrorizando a Califórnia.


AVISO do C&M: As observações e notas do blog, não são, de maneira nenhuma, o retrato ou consenso comum de opinião. É só uma simples e humilde opinião do blog, na forma de um simplório bate-papo cinéfilo.

< ALERTA DE SPOILER! >

BLOG:


Como vocês devem ter percebido, O blog não se deu ao trabalho de inserir mais material para explicar melhor a sinopse deste filme de 2017 que é inspirado na épica e tão amada série de 1977/1983.

Mas tudo, absolutamente tudo, sobre a série CHiPs original, pára imediatamente por aí.


Quando vi as notícias, na época, sobre as filmagens, bastidores e alguns vídeos, confesso que fiquei muito empolgado sobre este suposto e merecido "remake" de CHiP's com o qual, nós, da geração dos seriados 80/90 conhecemos muitíssimo bem!

Afinal, qual o ardoroso amante de séries que não ficava empolgado nas noites (normalmente à mesa do jantar) ao ver na TV esta abertura inesquecível:


Mas, infelizmente, este filme de 2017 está longe de merecer tal fama.

Aliás, a sinopse é até mesmo bastante generosa, pois a história é muito mais "confusa" do que aparenta. Logo no início do filme, primeiro, temos uns "takes" de ação desnecessários para apresentação do Agente Especial do FBI Castillo (Michael Peña) que será o Frank Poncherello - entendeu ???

Pois é: Nessa nova versão, um dos adorados protagonistas da série original nem existe de verdade (!!!) e em seguida somos jogados dentro de uma "trama" de corrupção envolvendo a patrulha rodoviária da Califórnia, de forma igualmente confusa, que só depois, durante o filme vamos nos ambientando e entendendo um pouco. Isso, depois de passarmos muita raiva ao conhecer um "idiota" Jon Baker (?!?!?!?)...


Bem, resumindo: Filme cheio de piadas "forçadas", com mal gosto e chegando ao ridículo; a película não soma e nem é muito agradável. Para os fãs da série original (como eu!) fica um enorme vazio e outra grande decepção.

Os personagens principais são transformados em dois perfeitos idiotas, e reduzidos a dois simplórios condutores de motocicletas, sem um sentido crível e importante na trama, e ao meu ver, bem pior: entristecendo milhares de fãs, com certeza.

Nem a rápida participação especial de Erik Estrada (Jon Baker original) no final do filme como um paramédico, salvou o longa...

"Nem tu salvaste o filme, Erik!!!"

Filme fraco, com roteiro e cenas dignas de filme "pastelão". O Camisas & Manias nem vai dar uma nota.

* * *
*** Só lembrando que Larry Wilcox e o próprio Erik fizeram duras críticas ao filme. Vejam uma matéria sobre isso no link abaixo:


* * *
Mas, vale muito, citar rapidamente a série original:


CHiPs é/foi uma série americana, exibida em 6 temporadas, entre 1977 e 1983. É baseada nas aventuras de dois patrulheiros rodoviários em motocicletas na Califórnia. A sigla CHiP significa California Highway Patrol, ou Polícia Rodoviária da Califórnia

Nas primeiras temporadas, os episódios alternavam momentos de drama e comédia - sendo que está última tinham foco nas ações do patrulheiro porto-riquenho novato Poncherello. Já Baker era o "cérebro" da dupla, sempre exibindo certa impaciência com o seu parceiro. 


>>>  Curiosidades:

- Devido alguns problemas de bastidores e diferenças de popularidade dos personagens, algumas mudanças foram feitas pela produção da série, que não agradaram Wilcox, que alimentou uma rivalidade com Erik até deixar o programa antes da última temporada.

- Durante a série, o ator Erik Estrada sofreu um grave acidente de moto (agosto de 1979), ficando em coma por cinco dias, quase vindo a falecer. Este episódio ajudou a trazer mais fãs para o programa, pois todos queriam conhecer o ator que quase perdera a vida. O acidente foi introduzido na história de "Ponch", mostrando cenas dele no hospital e a sua recuperação com ajuda de uma bengala.


- CHiPs ajudou a melhorar a imagem dos policiais em todo o mundo, pois mostrava patrulheiros corajosos, solícitos e competentes, sempre atentos ao que ocorria de errado nas estradas. Além disso, havia o lado sem a farda: "Ponch" e Baker eram amigos fora do trabalho, e sempre se divertiam juntos. A série mostrava que, apesar da vida de policial, eles viviam um mundo bem igual ao da grande maioria das pessoas, o que ajudou no sucesso.

- No final dos anos 70 e início dos anos 80, CHiPs virou uma febre no mundo inteiro, principalmente com as crianças. Larry Wilcox veio ao Brasil e apareceu em comerciais e programas de auditório (Silvio Santos) vestido com seu uniforme de patrulheiro.

- No Brasil, a série foi a primeira a utilizar o merchandising como forma secundária de rentabilidade. Antes disso, a única renda disponível era a venda da série para as emissoras interessadas.


- Como o sucesso da série era grande entre as crianças, foram lançados uma série completa de brinquedos relacionados com a série, e confecções que produziam as roupas dos patrulheiros.

- A série foi exibida inicialmente no Brasil pela TVS, de 1979 até 1982, depois foi para a Rede Record de 1982 até o fim do ano de 1985. Depois foi exibida na Rede Bandeirantes, em 1988. A extinta Rede Manchete exibiu os episódios por volta de 1993. Foi exibida pelo canal de TV a cabo TCM da SKY em 2005 e novamente a partir de maio de 2009 no TCM (NET canal 91). No dia 1 de janeiro de 2018, a série passou a ser exibida nas tardes da TV Diário.


- Em 1999, foi feito o longa CHiPs 99 (imagem acima) com quase todo o elenco original da série, produzido pela TNT, e, exibido pela primeira vez no SBT.

Para encerrar, algumas cenas da série original:




GRANDE ABRAÇO!!!
Até a próxima!!!

sábado, 7 de abril de 2018

LOJA - Camisas e Manias

CAMISAS a VENDA

---->  SETOR de Camisas Oficiais:

LA CORUÑA (Espanha)
Tamanho: GG.
Fornecedora: Lotto.
> Camisa NOVA, excelente estado, com etiqueta.
Preço: R$ 80,00 + Frete
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AVAÍ (Santa Catarina-Brasil)
Tamanho: EXG.
Fornecedora: Fanatic.
> Camisa usada, em excelente estado.
Preço: R$ 80,00 + Frete
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ZULTE WARENGEM (Bélgica)
Tamanho: M/L.
Fornecedora: Lotto.
> Camisa usada, em excelente estado.
Preço: R$ 80,00 + Frete
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LINFIELD (Irlanda do Norte)
Tamanho: L/M.
Fornecedora: Umbro.
> Camisa usada, em excelente estado.
Preço: R$ 80,00 + Frete
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MILAN (Itália)
Tamanho: GG.
Fornecedora: Adidas.
> Camisa usada, em ótimo estado.
Preço: R$ 80,00 + Frete
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WIGAN (Inglaterra)
Tamanho: L (M).
Fornecedora: Umbro.
> Camisa usada, bom estado. Pequena avaria no patrocínio master*
Preço: R$ 70,00 + Frete
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PORTO (Portugal)
Tamanho: M.
Fornecedora: Nike.
> Camisa usada, está em médio estado.
Preço: R$ 50,00 + Frete
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CORITIBA (Paraná-Brasil)
Tamanho: XL.
Fornecedora: Penalty.
> Camisa usada, em bom estado.
Preço: R$ 30,00 + Frete
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VILA HAUER (Curitiba-Paraná-Brasil)
Tamanho: GG.
Fornecedora: Oceânica.
> Camisa usada, em excelente estado.
Preço: R$ 50,00 + Frete
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VILA HAUER (Curitiba-Paraná-Brasil)
Tamanho: GG.
Fornecedora: Oceânica.
> Camisa usada, em excelente estado.
Preço: R$ 60,00 + Frete
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SANTA QUITÉRIA (Curitiba-Paraná-Brasil)
Tamanho: GG.
Fornecedora: Oceânica.
> Camisa usada, em excelente estado.
Preço: R$ 60,00 + Frete
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Importante: 

Caso haja interesse em alguma camisa acima disposta, entre em contato, informando qual a camisa para o seguinte e-mail:


Demais informações, como forma de pagamento e envio será tratado pelo e-mail.

Reservas: Devido problemas que tive com isso, não faço mais reservas.

Antes de fechar negócio, analise bem a camisa e fique à vontade para solicitar qualquer informação que achar necessário para sanar as dúvidas, inclusive, mais imagens. Após a compra, não será aceito qualquer tipo de reclamação.

Remessa: O envio (frete) será por inteira conta e responsabilidade do comprador.  O blog não se responsabilizará por eventuais atrasos ou extravios ocorridos pelo órgão responsável pelo transporte (correios, transportadora e etc...)

Grande abraço!!!

quarta-feira, 28 de março de 2018

BRT's ...

E, hoje - véspera do aniversário de Curitiba - foi inaugurado mais um serviço no modal BRT da cidade: O Ligeirão Santa Cândida < > Praça do Japão.


Dando continuidade a implantação de linhas EXPRESSAS/RÁPIDAS nos eixos principais que cortam a cidade, a prefeitura deu início a operação desta mais nova modalidade em nosso sistema. 


Utilizando o mesmo itinerário da linha paradora Santa Cândida < > Capão Raso, esta nova linha RÁPIDA terá somente oito (8) paradas entre o terminal Santa Cândida (Norte da cidade) e a Praça do Japão (Estação Bento Vianna/Centro).  Com isso, de igual modo ao que ocorre nas outras duas linhas ligeiras já existentes (Boqueirão e Carlos Gomes < > Pinheirinho) propicia uma opção de viagem mais rápida sem a necessidade de parada em outras estações no trecho.


Obviamente, da mesma maneira que ocorreu com a implantação das outras duas linhas, será necessário um período de adaptação e correção de problemas, por conta de ajustes operacionais, técnicos e logísticos. Para isso, a prefeitura pede um pouco de paciência dos usuários, o que é normal na implantação de novos serviços.

Com o sistema de transportes não seria diferente.

Terminal Santa Cândida (Curitiba/PR)

Juntamente com a nova linha, a prefeitura inseriu também novos bi-articulados Volvo/Marcopolo de última geração. Ônibus novinhos em folha!

Com isso, Curitiba se mantém no caminho certo como precursora do sistema BRT no mundo lá na década de 1970 com Jaime Lerner. 

BLOG: Curitiba não possui um modal sobre trilhos, e assim sendo, o BRT assumiu na nossa cidade o papel de um sistema principal, arterial, e que o povo curitibano assimilou e convive bem até hoje, com um carinho muito especial. A cidade é amplamente dependente dos "vermelhões" e "azulões" - bem como dos ligeirinhos, e dentro de uma certa normalidade, o grau de vandalismo é até contido. As manutenções são aceitáveis e a frota é renovada dentro da possibilidade. Exemplo disso, é o teste que está sendo feito com o bi-articulado Scania/Caio (imagem abaixo).


Como o desgaste dos ônibus e mobiliários aqui em Curitiba se dá mais pelo seu próprio tempo de uso, e não diretamente pelo vandalismo, muitos modelos de ônibus conseguem ter uma vida útil mais longa na cidade.

A única coisa que acredito, é que a cidade já merecia um mobiliário de estações melhor - como os existentes em outras cidades do país (como RJ e BH) e no mundo, além de um estudo aprimorado e sério para melhorar o fluxo e deslocamentos nas canaletas exclusivas, principalmente no tocante aos sinaleiros. Os sinais e cruzamentos atrasam muito a operacionalidade e tiram aquilo que seria um grande trunfo do sistema BRT de Curitiba: Uma velocidade operacional maior e quase similar com alguns sistemas metroviários.

Propaganda da época de implantação do "Ligeirão Boqueirão"

Nota: Como resido no bairro (Boqueirão) e trabalho no centro, sou um exemplo tácito - como diversas outras pessoas que deixam o carro em casa e se deslocam para o centro de ônibus. O Custo-benefício é enorme: Economia de valores em estacionamento, combustível, e stress no trânsito.

Mas, em se falando de Brasil, infelizmente nem tudo são flores. No Rio de Janeiro, minha saudosa terra natal, o BRT da cidade está sangrando e definhando, rumando fatidicamente para o seu fim...


Esta imagem acima argumenta por si só. Um grupo de articulados MegaBRT da Neobus abandonados, em total estado deplorável (ferro-velho!) na garagem da Pégasus, uma das viações participantes do consórcio BRT-Rio.

Inaugurado em 2012, como uma das obras "vedetes" do pacote da cidade para Copa do Mundo e Olímpiadas, foi a "pérola da coroa" e um sistema perfeito por um bom tempo. Recebeu, inclusive, diversos prêmios na sua categoria.


A primeira malha do sistema - TransOeste - que faz a ligação da Barra da Tijuca com o bairro de Santa Cruz chegou com modernidade, conforto, rapidez.

Ou seja: Tudo que um bom sistema BRT propõe.


O Camisas & Manias em visita à sua terra natal aproveitou para conhecer o sistema (veja a matéria/post na época clicando AQUI ou na imagem abaixo), e realmente era de "cair o queixo" com ônibus novinhos e mobiliário dos terminais e estações de primeira!


Muito embora, já naquela época, eu já haver presenciado vandalismo e evasões - já em 2012!

Confesso que fiquei preocupado, mas, nada que tirasse a promessa do sistema. 

Bem... Até as Olimpíadas, o sistema se manteve, com problemas usuais de lotação, e outros - mais ainda assim, outros trechos - TransCarioca e TransOlímpica foram construídos e entregues.


Mas aí... Sempre tem um "aí" né? ... Mas, aí pessoal, tudo passou: Copa foi-se; olimpíadas veio e se foi... E com elas, foi-se também o interesse por parte dos governantes (e a explosão da crise!) no sistema. Afinal de contas, o sistema tinha feito seu papel de "tapar o buraco" e permitir a realização dos eventos no país e na cidade. Alguns fatores estão sendo determinantes para o seu fim precoce:

- Falta de investimento em melhorias, segurança e manutenção de ônibus e mobiliários.
- Total falta de um estudo detalhado pelos técnicos e engenheiros em mobilidade nas áreas de implantação e situações de risco. Ex: eixo Campo Grande - Santa Cruz (Cesário de Melo).
- Alguns usuários sem preparo ou educação para utilização desse sistema.
- Empresas operadoras do consórcio em crise financeira, sem repasses e sem ajuda do poder público para manter o padrão de excelência serviço.
- Violência em trechos (grande maioria!) do BRT; Vandalismo exorbitante e domínio de milícias e tráfico em algumas estações, inclusive com ameaças à motoristas e operadores do sistema. Assaltos e agressões constantes dentro de ônibus e estações.
- Falhas pontuais em horários e disponibilidades de linhas, tornando o sistema deficiente e cansativo aos usuários de bem.


Enfim, uma triste junção de fatores vem contribuindo para que um sistema que seria de vital importância para o deslocamento diário de cariocas esteja definhando.


Estas imagens atuais do sistema mostram perfeitamente o CAOS que se instaurou no BRT do Rio de Janeiro.


E quem vai acabar pagando por isso é a parcela honesta, trabalhadora e boa índole da população carioca que tanto carece de serviços melhores, de um transporte de qualidade e digno. Muito embora, seja ressaltado aqui, uma grande "fatia" da culpa acaba recaindo no "colo" de boa parte de pessoas que não possuem vínculo de vida em comunidade, de sociedade e civismo. A educação, aqui, faz toda a diferença também. Muitas das imagens deste post, infelizmente, mostram isso.


O eixo TransBrasil está em obras - numa velocidade "tartaruga" - e acredito que não vai ser terminada tão cedo (se for terminada...).

O consórcio BRT tenta "heróicamente" manter o sistema funcionando, mas a cada dia que passa isso se torna uma enorme epopéia...


Acho, sinceramente, que ninguém no trecho da Barra da Tijuca está com saudades dele:

Mas, se algo de muito concreto não for feito, este cenário deverá retornar... #ficaadica!

Um Brasil, dois BRT's e duas realidades tão diferentes.

Grande abraço, e lembrem-se: Outubro está chegando.

domingo, 25 de março de 2018

Rapidinhas C&M - 25032018

Oi, gente!

Com um tempinho pra ver o que anda rolando na web, com relação à novidades no mundo das camisas, algumas coisas me chamaram a atenção...


1 - Novos uniformes do LONDRINA para 2018/19

O tubarão e sua parceira de longa data - Karilu - lançaram os novos uniformes para a temporada 18/19 com ênfase na disputa da Série "B" do brasileirão:


BLOG:

Sem novidades aparentes, com a camisa titular parecidíssima com a anterior, só a camisa nº 03 é propriamente nova, com a utilização de tons de azul mais escuros, e um box para o patrocínio master da Caixa em preto.

2 - Seleção dos Estados Unidos, by Nike


BLOG:

Por vezes sou um crítico da "vírgula" nas criações de camisas, mas, neste caso específico da seleção do "Tio Sam" - que muito embora não estejam na copa da Rússia - tenho que exclamar: - Very nice, guys!!! 



Com um desenho igual para ambas camisas ( I e II ), temos um trabalho moderno, vibrante - principalmente na camisa titular, com ótimo aproveitamento das cores da bandeira americana - e com bastante sobriedade e elegância na camisa II. Fenomenal aplicação do efeito "degradê".

3 - Bahia cria concurso para criação de nova(s) camisa(s)

O clube soteropolitano está com um concurso aberto em seu site oficial para que torcedores e adeptos possam criar as novas camisas do clube para temporada 18/19.  


Provavelmente o clube vai criar uma marca própria de fornecimento de uniformes - prática cada vez mais comum entre diversos clubes no país - e está abrindo espaço para a arte criativa da galera. Para participar, deverá ser feita uma inscrição até 03 de abril, através do e-mail concurso@esporteclubebahia.com.br, com nome, RG, CPF e telefone. 

Cada participante só poderá remeter uma (01) camisa de cada modelo. Serão definidas quatro opções de cada modelo para votação popular, que será realizada dos dias 04 a 10 de abril no site oficial.

Os vencedores serão divulgados no dia 11.

O autor da arte escolhida será contemplado com duas camisas oficiais produzidas com sua arte e terá um ano de acesso a todos os jogos do clube, na condição de mandante, para o setor no estádio que escolher.

Atenção: Para a criação dos modelos, o designer terá que se atentar a algumas especificações. 


* * * * *
Grande Abraço e até mais!!!