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segunda-feira, 17 de julho de 2017

No Limite do Amanhã - "Pitaco" C&M


SINOPSE:

A Terra está sendo dominada por alienígenas (chamados de miméticos) e o major Bill Cage, um relações públicas das Forças Armadas dos Estados Unidos (oficial sem qualquer experiência no campo de batalha), é obrigado a ir para a linha de frente, uma autêntica missão suicida.


Morto em questão de minutos, inexplicavelmente, acaba preso em um ciclo do tempo, revivendo repetidamente seu último dia e sua última batalha. No entanto, quanto mais vezes ele luta, suas habilidades de guerreiro melhoram e ele fica mais perto de descobrir como derrotar o inimigo.

ELENCO:

Tom Cruise .......... Major Cage
Emily Blunt ......... Rita Vrataski
Bill Paxton .............. Sargento Farrel

Cruise, Blunt e Paxton - Crédito imagem: Gettyimages

AVISO do C&M: As observações e notas do blog, não são, de maneira nenhuma, o retrato ou consenso comum de opinião. É só uma simples e humilde opinião do blog, na forma de um simplório bate-papo cinéfilo.

< ALERTA DE SPOILER! >

BLOG:

O filme já começa com a Adrenalina da explicação da invasão alienígena e seus efeitos, bem como a resistência humana. No meio disso tudo, temos O Major Cage (Cruise) que não tem a mínima experiência em combate e age tão somente como porta-voz e “marqueteiro” do Exército Americano.


Então, quando é chamado para “filmar e cobrir” a ofensiva aliada na Normandia, e sabendo que é uma verdadeira “furada”, pois seria a morte certa, recusa-se veementemente à seguir com as ordens, e o arrogante general inglês, Brigham (Brendan Gleeson), retira suas patentes e o envia para um batalhão, como um desertor.


Óbvio que na manhã seguinte, durante a invasão na praia – Normandia, aqui temos uma claríssima homenagem ao dia D e a filmes do gênero – Cage é morto em combate em questão de minutos, mas, entretanto, ele atinge um “alien” chamado de Alpha e a “alma” do filme tem início.

TRAILER:


O sangue deste alien em contato com Cage o faz ter "remakes", ou melhor, reinícios do dia anterior. Assim, confuso, ele começa a morrer-acordar-morrer-acordar e morrer várias vezes, até encontrar Rita Vrataski (Emily Blunt), que em uma dessas vezes percebe o ocorrido e pede para ele a procurar quando acordasse novamente.


Daí em diante, temos estratégia e árduo treinamento de combate de Cage, que rende boas (mas leves piadas), várias mortes, vários "remakes" – que em certa hora, até enjoam.

Agora... Cruise e Blunt estão muito coesos neste filme.


Uma química quase beirando a perfeição, que rendem cenas excelentes.

Não percam: Os treinamentos, a fuga e os diálogos na mini-van, as cenas na fazenda francesa (helicóptero) e a tensa (ma cômica) cena deles na sala do general Brigham.



Pegando carona na trama, e "voltando um pouco no passado", temos que citar que Bill Paxton (Sargento Farrel) e Cruise também rendem cenas icônicas junto à companhia J...


As Naves e as armaduras são a “cereja do bolo” do filme.


Ao final, na libertação, ao matar o ômega, envolvido no seu sangue, Cage retorna mais ainda no tempo, praticamente ao início do filme, quando chega de helicóptero à Londres, como Major e segue para encontrar Rita – que obviamente não se lembra dele.

Um sorriso de Cage fecha o filme.


É um filme interessante, que cumpre com louvor ao que se dedica. É uma adaptação de um Mangá, e traz algumas referências a obra em sua duração.


A trilha sonora é fenomenal – com destaque para os créditos com desenhos das armaduras e naves com som de fundo de “Love me Again – de John Newman.

Fotografia e efeitos, impecáveis.



EXTRA 01: Trailer de Love Again - John Newman


EXTRA 02: A armadura no MUNDO REAL

O filme "No Limite do Amanhã", estrelado por Tom Cruise, trouxe uma boa combinação de ação e ficção científica, mostrando uma narrativa em que o protagonista basicamente viajava no tempo sempre que morria. Contudo, o americano Peter Kokis ficou mais impressionado com os trajes dos soldados do filme do que com a trama em si. Por conta disso, ele resolveu criar uma réplica desse equipamento.


O curioso, entretanto, é que ele usou apenas utilitários domésticos, que podem ser encontrados em praticamente qualquer casa ou loja de utensílios. Nada muito tecnológico ou feito especialmente para o traje, apenas adaptado. Como você pode ver nas imagens, entretanto, isso não prece ter feito muita diferença, e o visual ficou muito bom, apesar de ser um tanto diferente do traje real do filme.

Kokis disse que começou a pensar no projeto uns seis meses antes de o filme chegar aos cinemas, logo depois de ter assistido ao trailer umas 30 vezes.


“Minhas aventuras de construção de réplicas de robôs começaram há alguns anos com uma brincadeira que fiz com uma namorada, aí tudo virou uma bola de neve. Eu agradeço à complexidade visual dos robôs de Transformers por ter me ajudado a ficar focado. O uso de objetos domésticos cotidianos era apenas uma conveniência no começo, mas virou uma base artística e também um desafio para tudo o que eu construo”, comentou, ele, ao site.


Engatilhados, ele já tem projetos para uma réplica de Optimus Prime e talvez de algum Jäger de um possível “Pacific Rim/Círculo de Fogo 2”.

Fonte:


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