Destaque da Semana

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quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Esporte Clube VITÓRIA-BA

Bem-Vindos... C&M mostra sua camisa nº 12:




Fundação do Clube: 13 de maio de 1899 [112 anos].

O Vitória nasceu da iniciativa pioneira dos irmãos Artur e Artêmio Valente, de uma tradicional família baiana, adquiriram o gosto pelo cricket na Inglaterra, onde estudavam.

Ao retornar ao Brasil, trouxeram na bagagem a paixão pelo esporte.

Na época, o cricket dominava a preferência dos baianos, mas o esporte era restrito aos imigrantes ingleses, restando aos brasileiros somente o "privilégio" de repôr as bolas em campo, simular ao mesmo dever que os gandulas de hoje em dia.

Elenco do Victoria campeão baiano de 1908.

Cansados dessa discriminação, dezenove jovens tiveram a ideia de criar uma agremiação que os livrariam desse fardo e não mais os privariam de praticar o esporte.



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Foi o primeiro clube social nacional a ser fundado apenas por brasileiros e um dos primeiros clubes do Brasil a praticar o futebol, sendo na verdade, o terceiro em atividade à praticá-lo.


Artêmio Valente, um dos irmãos fundadores e idealizadores do clube.




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Sua primeira denominação foi Club de Cricket Victoria, em homenagem à região em que seus fundadores moravam, o Corredor da Vitória,e foi o pioneiro ao difundir diversos esportes na Bahia e no Nordeste, como o voleibol, a natação, o pólo aquático, o basquetebol entre outros.

Partida entre Victória e Santos Dumont (Baiano de 1907)


Estádio(s):
Estádio Manoel Barradas [Barradão].
Capacidade: 35.632 pessoas.
Inauguração: 11 de novembro de 1986.
Proprietário: Esporte Clube Vitória.


O estádio foi inaugurado na gestão do presidente José Rocha, sendo posteriormente ampliado na gestão do presidente Paulo Carneiro.


Foi nessa segunda etapa que o Barradão ganhou sua iluminação, placar eletrônico e novo traçado das vias externas. O nome do estádio é uma homenagem ao ex-presidente do clube, o Sr. Manoel Barradas, que comandou pessoalmente as obras de construção.




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Tão grande era o desejo nacionalista de se impôr aos imigrantes da Inglaterra que as cores inicialmente escolhidas foram o verde e o amarelo. Porém, o preto e branco foram logo incorporados ao clube pela falta de material esportivo com as cores da bandeira do Brasil. O rubro-negro tradicional apenas foi adotado um tempo depois.



Mascote do Clube: Leão [ ... da Barra].


Em 1902, já praticando outros esportes como futebol, remo, natação, atletismo e o próprio cricket, que levava no nome, o Club de Cricket Victoria se transformou em Sport Club Victoria. Na mesma época da mudança, o clube recebeu o apelido que leva até hoje.


-“Naquele primeiro ano (1902) de prática do remo, o Vitória, que dispunha dos barcos Tupy e Tabajara, conseguiu um feito inesquecível. Seus remadores saíram do Porto da Barra e foram até o Porto dos Tainheiros, em Itapagipe. O fato, que teve grande repercussão na época, originou o apelido de Leões da Barra para os atletas, e mais tarde para os próprios torcedores rubro-negros”.
Relatos de Alexandro Ramos e Luciano Souza no livro Barradão -  Alegria, Emoção e Vitória




O rubro-negro mantém uma rivalidade de quase 80 anos com o Esporte Clube Bahia, clube tricolor de Salvador. O Clássico Ba-Vi, como é conhecido, é um dos mais populares do Brasil. A primeira partida entre esses dois times foi em 1932.




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O grito mais famoso dos torcedores do Vitória, o "Nêgo", foi incorporado depois de um erro da torcida, fato acontecido em 1981, num jogo contra o Grêmio, pelo Campeonato Brasileiro. Depois de começar o segundo tempo perdendo por 1 a 0, a Vitoraça, torcida organizada do time, procurou motivar os jogadores com seus gritos. Um deles, o "Leeeeãããão", que seria usado pela primeira vez, acabou pegando, mas de outra forma. O resto do estádio ouviu errado e acabou gritando "Nêêêêgoooo", e hoje o grito é o mais usado nos jogos do rubro-negro.


Template arrojado, moderno. Bela arte lateral, aplicando à camisa um visual “Cool”. Escudo muito bem trabalhado. Detalhes decorativos bem inseridos, como sêlo de originalidade, o anode fundação do clube bordado abaixo do escudo, próprio logotipo da Champs e a parte interna da gola estilizada. Numeral é bacana, mas não é um dos melhores. Confortável. Material pode ser usado no Verão. Tamanho descrito na etiqueta é compatível com o corte da camisa.

Apesar de confortável, o tecido utilizado pela Champs requer cuidado na lavagem e acondicionamento, pois é propenso à reter humidade e bolor com extrema facilidade.  O template, muito embora moderno, passa uma sensação de assimetria no visual amplo da camisa, principalmente às costas.

Coleção C&M...
 Esta foi a 12ª camisa. Agradeço sua visita e o carinho com o Blog. 
OBRIGADO!!!

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