Destaque da Semana

terça-feira, 22 de maio de 2012

Associação Atlética Portuguesa-RJ

Associação atlética portuguesa



Fundação do Clube: 17 de dezembro de 1924.

A iniciativa de fundação do clube surgiu após os empresários Constantino Paiva e Joaquim Martins Leal, em excursão a Santos (SP), terem conhecido a Associação Atlética Portuguesa daquela cidade. Os empresários do ramo de sacos vazios e usados disputaram, com seus colegas e empregados, uma partida de futebol amistosa com os representantes santistas desse mesmo ramo comercial.


O jogo terminou empatado em 1 a 1. Na volta ao Rio, resolveram se organizar para um “novo jogo contra”. E assim, em 17 de dezembro de 1924, Luiz Souza Gomes e um grupo de negociantes e empregados no ramo de sacos vazios e usados propuseram a criação de um clube também chamado Associação Atlética Portuguesa.



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A Portuguesa-RJ foi o primeiro clube brasileiro a disputar partidas oficiais nestes quatro países: Marrocos, Mônaco, Polonia e URSS.


Em 1956, a Portuguesa fez uma excursão para a União Soviética, onde enfrentou o Dínamo Moscou e o Dínamo Tiblissi, mas a grande façanha foi derrotar o Real Madrid por 2 a 1, em Madrid, no Santiago Bernabeu. Em 1976 a Portuguesa  sagrou-se campeã do Torneio Internacional Otávio Pinto Guimarães, ao ganhar do Benfica de Portugal na final realizada no Estádio São Januário, no Rio de Janeiro.

Junho/1956 - Wisla Kraków 2 x 4 Portuguesa-RJ - Kraków (Polônia).
Junho/1956 - Dinamo Moscow 1 x 1 Portguesa-RJ - Moscow (Rússia).
Agosto/1968 - TP ENGLEBERT(*) 1 x 3 Portuguesa-RJ - Kinshasa (Congo).
Setembro/1969 - Real Madrid 1 x 2 Portuguesa-RJ - Estádio Santiago Bernabeu.
Agosto/1976 - Portuguesa-RJ 3 x 1 Benfica (POR) - Rio de Janeiro.



Mascote do Clube:  Zebra.

A escolha deste simpático mascote se deu em idos de 1964, por conta do treinador Gentil Cardoso, na época, treinador da portuguesa carioca. Quando um jornalista perguntou o que ele previa para o jogo contra o Vasco, ele respondeu utilizando-se da lógica do jogo do bicho, afirmando que daria “zebra”, bicho este que não existia na jogatina.


E deu mesmo, Portuguesa 2 x 1 no Vasco, nas Laranjeiras, pelo campeonato carioca de 1964. Foi a 1ª zebra batizada. Por esse motivo, o clube adotou a zebra como mascote, substituíndo as listras pretas pelas rubro-verdes, cores do clube.

 (Livro do Fundo do Baú – Autor: Laércio Becker)





Estádio(s):

Estádio Luso-Brasileiro (Estádio da Ilha do Governador).
Capacidade: 12.000 pessoas.
Inauguração: 02 de outubro de 1965.
Proprietário: A.A.Portuguesa/RJ.


Antes de se tornar estádio de futebol, o local abrigava o Jockey Club da Guanabara. A arquibancada principal, com sua imponente marquise, ainda é a original dos tempos em que o local sediava provas de turfe.


O Estádio Luso-Brasileiro, também é conhecido como “Estádio dos Ventos Uivantes” devido a fortes ventos que as vezes o atinge, oriundo da Baía de Guanabara. Essa ajudinha eólica já proporcionou fatos inusitados como gols olímpicos e gols de goleiros de área á área.



Em 2005 o estádio foi denominado “Arena Petrobrás”, a partir do direito de “naming right”


Foram instaladas arquibancadas tubulares e suas dependências foram reformadas, tudo numa iniciativa da Petrobrás e do Governo do Estado do Rio de Janeiro em parceria com Flamengo e Botafogo.


Com isso, as arquibancadas chegaram a ter capacidade para 30.000 pessoas. Isso foi idealizado para a disputa do campeonato brasileiro de 2005, pois o Maracanã estava em obras para o PAN2007 e o Estádio ìtalo Del Cima estava desativado pela diretoria botafoguense.



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Em 1967, com 34 anos, Garrincha se tornou um dos reforços da Lusa para o campeonato daquela época, entretanto, o ponta das pernas tortas considerado o maior driblador de todos os tempos não conseguiu se quer fazer uma partida oficial pela Portuguesa.

Mané jogou na Portuguesa Carioca

O Mané tinha constantes dores no joelho e aparecia mais nos noticiários esportivos por conta desta dor do que suas exibições pela Lusa.

Já em 1969, dois anos após a passagem do craque Garrincha, foi a vez da Portuguesa anunciar a contratação de outro veterano de futebol incontestável e com passagens marcantes pela seleção brasileira, tratava-se de Edvaldo Izídio Neto mais conhecido como "Vavá o peito de aço".

Edvaldo Izídio, ou Vavá "Peito de Aço"


Template básico, padrão, que atende ao estatuto do clube, mas que é bonito, principalmente pela mistura das cores lusitanas, bacanas para a composição de camisas por aí.  Molde confortável.

Apesar de ser uma prática simples, as ribanas e barra da camisa em vermelho dão um belo contraste com demais elementos decorativos. 

Selo de autenticidade da Spózer na camisa poderia ser costurado, ou bordado, mas está valendo. Escudo bem trabalhado, bem detalhado.

Patrocínios acompanham cores da camisa, proporcionando um visual menos agressivo.

 As inscrições “Portuguesa Carioca” na camisa caíram bem, dando maior identidade à camisa em relação ao clube.

Tecido com material ruim. Não é resistente à umidade, e as odiáveis e temidas marcas de bolor aparecem com facilidade. O colarinho é apertado, podendo passar uma sensação de sufocamento em certos momentos, principalmente nos dias mais quentes.

MUITO OBRIGADO pela sua visita à este humilde espaço.
Até mais, Tchau!

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