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quinta-feira, 29 de março de 2012

Associação Atlética PONTE PRETA-SP

Associação Atlética Ponte Preta



Fundação do Clube: 11 de agosto de 1900.

Equipe da Ponte Preta em 1900

O surgimento do clube está diretamente ligado ao crescimento da cidade de Campinas. Em 1870, deu-se início à construção da ferrovia paulista, indo de Jundiaí a Campinas. A instalação dos trilhos requisitava a construção de uma ponte.

Panorâmicas da Ponte Preta, que deu oprigem ao nome do clube.

A ponte era de madeira, e para melhor conservação, tratada com piche. Assim, enegrecida, surgiu a Ponte Preta.



A partir daí, a região em torno da ponte transformou-se no Bairro da Ponte Preta, em 1872. A Associação Atlética Ponte Preta surgiu em 1900, graças a vários alunos do colégio Culto à Ciência, que praticavam futebol no bairro da Ponte Preta. É o time mais antigo do estado.

A situação hoje: Infelizmente a ponte histórica está vandalisada.


Os fundadores e patronos do clube foram: Capitão João Vieira da Silva, Theodor Kutter, Hermenegildo Wadt e Nicolau Burghi.




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A Ponte Preta é um dos clubes de futebol mais antigos do Brasil, juntamente com o Sport Club Rio Grande que foi fundado cerca de 23 dias antes.




Mascote do Clube:  Macaca.


O mascote da Ponte é a Macaca. O apelido é utilizado no feminino pois se trata de uma Associação Atlética, substantivo feminino. Aliás, além da alcunha mais conhecida de “Macaca” a Ponte também é conhecida como “Veterana” e “Nega Véia”.



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É curiosa também a evolução do uniforme da Ponte. A faixa diagonal só foi adotada em 1944, porém, invertida, da direita superior para a esquerda inferior. Em 1958, a faixa foi invertida para a posição atual. Durante a Década de 1970, adotou-se uniforme diferente, com calção preto e camisa branca com faixas verticais finas no lado esquerdo, sem a tradicional faixa diagonal. Em 1977, a tradicional faixa diagonal já tinha retornado.

Equipe de 1981



Estádio(s):
Estádio Moisés Lucarelli.
Capacidade: 19.932 pessoas.
Inauguração: 12 de setembro de 1948.
Proprietário: Associação Atlética Ponte Preta.


O Moisés Lucarelli é um dos poucos estádios do Brasil construídos por seus próprios torcedores e homenageia Moysés Lucarelli (1900-1978), presidente do clube por muitos anos e idealizador do estádio, que angariou fundos entre associados e pessoas da própria comunidade.



É conhecido pelos torcedores do clube como Majestoso, porque sua capacidade (35.000 pessoas) quando da inauguração em 1948 era na época a terceira maior do Brasil, perdendo apenas para o Pacaembu, em São Paulo, e São Januário, no Rio de Janeiro.



Em comemoração aos 111 anos de história do clube, no dia 9 de agosto de 2010, foi inaugurado nas dependências do Estádio Moisés Lucarelli, o Memorial Ponte Preta.

Nesta antiga foto aérea, é possível ver os dois estádios em uma só tomada: Em primeiro plano, o Moisés Lucarelli e acima ao fundo, o Brinco de Ouro da Princesa, do rival Guarani. Praticamente uma avenida separa os dois palcos futebolísticos, em cerca de 1,5 km.



O maior rival da Ponte Preta é o Guarani Futebol Clube, cujo estádio está localizado a menos de mil metros do estádio pontepretano. O confronto entre as duas equipes é chamado de "dérbi campineiro" e é o maior clássico do interior de São Paulo, sendo um jogo de intensa rivalidade e mais recentemente, com graves problemas extra-campo, infelizmente...




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A despedida do maior jogador de todos os tempos dos gramados do futebol brasileiro, Pelé, se deu numa partida entre Associação Atlética Ponte Preta e Santos Futebol Clube.



Site Oficial do clube:
http://www.pontepretaesportes.com.br

A Diadora fez alguns trabalhos significativos em clubes brasileiros. Em quase todos os projetos que elaborou, o resultado foi muito bom. Nesta camisa da Ponte não é diferente. Um template moderno, mas mantendo-se dentro dos padrões adotados pelo clube. O destaque é o trabalho diferenciado no patamar superior do colarinho/ombro/manga direita da camisa. Tecido de boa qualidade, confortável, e tipo de gola e ribanas combinando com a totalidade do projeto. Detalhes decorativos atraentes, como a etiqueta de originalidade na barra inferior, e as marquinhas na manga esquerda (que, segundo a fornecedora, é uma ferramenta de controle de calor) que dão um visual bacana, e que acabaram por se consolidar como uma marca de identidade da Diadora. Escudo do clube bem trabalhado. Fonte numérica bonita.
Talvez a única coisa que seja um revés no belo trabalho da Diadora, é o patrocínio às costas que destoa da cor da camisa. Mas, entretanto, não é algo que seja tão grave.

Obrigado por sua visita.  Até mais tarde, tchau!

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